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Trump espera tribunais para decidir sobre idade para compra de armas

Presidente dos EUA disse no Twitter que está "observando decisões judiciais" antes de decidir sobre idade mínima para compra de armamentos

Internacional|Do R7

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Trump tem 'plano pragmático' sobre controle de armas
Trump tem 'plano pragmático' sobre controle de armas

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, transferiu a responsabilidade de aumentar a idade mínima para compra de armas a tribunais e Estados norte-americanos nesta segunda-feira (12), dizendo que irá esperar decisões judiciais antes de agir.

"Sobre a idade mínima de 18 para 21, (estou) observando casos e decisões judiciais antes de agir. Estados estão tomando esta decisão. As coisas estão se movendo rápido sobre isso, mas não há muito apoio político (para dizer o mínimo)", escreveu no Twitter.


A proposta para elevar de 18 para 21 anos a idade mínima para compra de armas não faz parte de um modesto pacote de medidas de segurança anunciadas na noite de domingo por autoridades do governo Trump.

Plano sobre armas é 'pragmático'


Optando por um plano que as autoridades descreveram como "pragmático", Trump está apoiando uma legislação proposta no Congresso que visa proporcionar mais dados para o sistema de verificação de antecedentes — uma base de dados de pessoas que não têm permissão legal para comprar armas.

O Departamento de Justiça também disponibilizará uma quantidade não especificada de subvenções para Estados que queiram ensinar professores como portar armas nas escolas — uma ideia já em vigor em um número pequeno de Estados e apoiado pelo lobby pró-arma Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês).


Trump disse acreditar que professores armados inibiriam massacres a tiros em escolas e protegeriam melhor os alunos quando eles ocorrerem.

O presidente, que advogou o direito às armas durante sua campanha de 2016, prometeu agir para prevenir massacres do tipo em escolas depois que um atirador matou 17 pessoas em uma escola secundária de Parkland, na Flórida, em 14 de fevereiro.

A tragédia ressuscitou o debate nacional sobre o controle das armas. Alunos que sobreviveram ao ataque vêm pressionando políticos para que reprimam o uso de armas, e planejam uma marcha em Washington no dia 24 de março.

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