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Trump: ‘jihadistas’ governarão EUA se republicanos perderem eleições de meio de mandato

Presidente disse que quer obter vitória em 86% dos condados dos Estados Unidos para os republicanos

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump afirmou que "jihadistas" governarão os EUA se os republicanos perderem as eleições de meio de mandato.
  • O presidente criticou iniciativas políticas de democratas, como a criação de mercados públicos em Nova York.
  • Trump defendeu a identificação de eleitores e acusou democratas de trapacearem no sistema eleitoral.
  • Trump expressou o desejo de conquistar vitórias em 86% dos condados dos EUA para os republicanos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Presidente dos EUA, Donald Trump
Trump evitou responder à sugestão para decretar emergência nacional para mudar sistema eleitoral Evelyn Hockstein/Reuters - 24.07.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “jihadistas” governarão o país caso os republicanos percam as eleições de meio de mandato para os democratas. A declaração foi realizada em entrevista, na segunda-feira (10), para o comentarista político conservador Wayne Allyn Root, na rede Real America’s Voice.

“Jihadista é uma palavra mais apropriada do que comunista. Um amigo meu disse: não use comunismo. As pessoas pensam que, com o comunismo, você recebe coisas de graça, o que é verdade antes do colapso do país”, afirmou Trump. “A palavra mais precisa é jihadista, vamos nos tornar um país jihadista. Veja o que está acontecendo em Michigan e tantos outros lugares”, acrescentou, sem dar exemplos concretos.


A palavra “jihadista” é utilizada para classificar indivíduos que seguem uma vertente extremista do Islã, que costumam interpretar o conceito de “jihad” (luta na fé) como guerra armada contra quem consideram inimigos do islamismo e usam terrorismo para impor sua visão política e religiosa.

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Apesar de não citá-lo diretamente, os comentários de Trump aconteceram pouco depois de ele e de Wayne Root falarem sobre o prefeito democrata de Nova York, Zohran Mamdani, o primeiro muçulmano a ser eleito para o cargo, debochando de algumas iniciativas políticas, como a criação de mercados públicos municipais — lugares em que alimentos de cesta básica são vendidos abaixo do preço de varejo.


O presidente criticou principalmente o fato de Mamdani exigir identificação dos cidadãos de Nova York para entrada no mercado, enquanto democratas fazem oposição ao Save America Act, projeto de lei proposto por Trump para identificar eleitores norte-americanos.

“Os democratas trapaceiam. Eles têm uma mente criminosa, ou por que não gostariam da identificação de eleitores com fotos? Sem trapacear, um democrata nunca será eleito”, disse o republicano, embora tenha ponderado que os americanos devem “acreditar no sistema eleitoral”.


Trump afirmou ainda que quer obter vitória em 86% dos condados dos EUA para os republicanos, embora seu ideal seja “entre 90% a 95%”.

O presidente dos EUA evitou responder diretamente a uma sugestão de Wayne Root para que decrete uma emergência nacional de segurança para mudar as regras do sistema eleitoral, mesmo sem aprovação do Congresso, reiterando pedido de que o Senado aprove a legislação.


Durante a entrevista, Trump voltou a defender o relaxamento nas regras de vacinação infantil. “É como Coca-cola, tudo em excesso faz mal”, disse, sem, mais uma vez, apresentar provas.

O republicano também comentou sobre a economia e estratégias na guerra contra o Irã.

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