Logo R7.com
RecordPlus

UE manterá embargo de armas à Síria por pelo menos três meses

Internacional|Do R7

  • Google News

Bruxelas, 18 fev (EFE).- A União Europeia (UE) chegou a um acordo nesta segunda-feira para prolongar seu regime de sanções contra a Síria por outros três meses, incluindo o embargo de armas que o Reino Unido queria excluir parcialmente para permitir a provisão de armamento à oposição moderada. Perante a negativa da maioria de Estados-membros a dar esse passo, os ministros das Relações Exteriores dos 27 países pactuaram prolongar por mais três meses as atuais medidas restritivas, que venceriam no final de fevereiro. A única concessão a Londres, por enquanto, é o compromisso para emendar o embargo de armas de modo que permita oferecer à oposição "mais apoio não letal e assistência técnica à proteção dos civis", segundo o documento de conclusões aprovado. "O Conselho continuará ativamente o trabalho iniciado para avaliar e revisar, se for necessário, o regime de sanções contra a Síria para apoiar e ajudar a oposição", disseram os ministros. Os 27 destacam, além disso, que "a chave para a solução do conflito recai em facilitar o processo político sírio" e reiteram seu respaldo ao trabalho do enviado internacional para a Síria, Lakhdar Brahimi, para "promover uma solução política crível e efetiva com aqueles comprometidos verdadeiramente com a transição". Os ministros também elogiaram as iniciativas do líder opositor, Ahmed Muaz al-Khatib, a favor do diálogo político, e pediram aos representantes do regime sírio que "não percam a oportunidade de responder positivamente à oferta de diálogo político". Os ministros também disseram que continuarão apoiando a Coalizão Nacional das Forças Revolucionárias e a Oposição na Síria. Preocupados com a "dramática deterioração da situação humanitária" no país, pedem a todos os doadores internacionais que façam com que as contribuições comprometidas para aliviar a população do país sejam efetivas o mais rápido possível, de acordo com os princípios de neutralidade, imparcialidade e independência. "A UE pede a todas as partes do conflito que respeitem a lei humanitária internacional" e facilitem o acesso por todo o país. EFE mvs-rja/ff (foto)

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.