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Assaltantes são mortos em tiroteio com a Polícia Militar

Grupo é responsável por roubo a banco e caixas eletrônicos em cinco estados

Minas Gerais|Maria Clara Prates, Do R7

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PMs apreenderam cinco fuzis, sendo um .50
PMs apreenderam cinco fuzis, sendo um .50

Uma quadrilha especializada em roubo a caixas eletrônicos foi identificada e presa na madrugada de domingo (17) em Montes Claros, na região Norte, durante a operação Acrídeo. Dois homens morreram durante troca de tiros com os militares e outros três foram presos.

Com o grupo, que agia em São Paulo, Bahia, Pernambuco, Distrito Federal e Minas, foram apreendidos armamentos de grosso calibre – cinco fuzis e sendo um deles .50 (usado em ataques antitanques) –, mil cartuchos para fuzil, além de cerca de seis quilos de explosivos.


Entre os mortos está o líder do grupo, o paulista Jean Carlos de Barros Dantas, o "Bereberê", e Aldenir Quirino de Sá, o "Galego", que é foragido da Justiça depois de ser condenado por roubo a banco. Foram presos ainda os irmãos pernambucanos Naelbe Bezerra e Jeu Julio da Silva, que traziam documentos falsos, e Yago Nunes de Souza.

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De acordo com o major-PM Santiago, o grupo foi responsável também por roubos em Grão Mogol, no Norte do Estado, em outubro, e também em Unaí, no Noroeste de Minas. O grupo passou a ser monitorado pelo serviço de inteligência da PM a partir de troca de informações com policiais de outros estados e também força federais.

Mortes


Segundo major Santiago, somente na última semana, integrantes de cinco quadrilhas especializadas em roubo a banco e caixas eletrônicos foram identificados em operações policiais nas cidades de Itabirito, na região metropolitana da capital, Santa Juliana, Triângulo mineiro, e São João del-Rei, no Campo das Vertentes.

As organizações criminosas identificadas foram responsáveis pela morte de menos cinco policiais militares, sendo em Goiás e um na Bahia, este torturado até a morte pelos criminosos. Além dos cabos Ozias Alves de Barros e Lucas Reis Rosa, mortos em Pompéu, no Centro-Oeste do Estado, no último dia 5. O R7 não conseguiu contato com o defesa dos presos. 

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