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Vice-governador de MG anuncia ampliação do Trilhas do Futuro e repercute privatização da Copasa

Mateus Simões também falou sobre a relação com o governo federal, combate à organizações criminosas e construção de novos hospitais

Balanço Geral MG|Do R7

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O programa Trilhas do Futuro, do Governo de Minas, será expandido para mais 15 cidades do estado. Lançado em 2021, o projeto promove a capacitação profissional de estudantes do ensino médio. O anúncio foi feito pelo vice-governador, Mateus Simões (Novo), durante entrevista ao Balanço Geral MG, nesta quarta-feira (10).

De acordo com Simões, a ideia do Trilhas do Futuro é qualificar a mão de obra para as necessidades do setor produtivo de Minas Gerais. O programa já formou 90 mil alunos, em mais de 150 cidades mineiras. Além da educação, os alunos recebem uma bolsa de estudos mensalmente, além de auxílio transporte e alimentação. Os cursos são focados na atividade econômica de cada região do estado, com mais de 100 formações diferentes.

Além disso, o vice-governador repercutiu o anúncio do Governo de Minas de que vai enviar uma nova proposta de privatização da Copasa à ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais). O novo projeto, anunciado na terça-feira (09), prevê que os recursos da venda da estatal mineira sejam utilizados para abater a dívida com o governo federal, por meio do Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados).

“No programa de parcelamento que estamos fazendo com o governo federal, tem uma regra que diz que devemos investir R$ 2 bilhões por ano em educação profissionalizante e infraestrutura. A única forma da gente arranjar esse dinheiro é vendendo um ativo, nesse caso a Copasa. O consumidor só vai ganhar. Hoje a Copasa é lenta em dar resposta às coisas. Agora, a gente consegue dar velocidade pra isso na privatização, fazendo um processo muito parecido com feito em São Paulo, com a Sabesp”, destacou Simões.

Sobre os valores cobrados pelo fornecimento de água e saneamento básico caso a estatal seja privatizada, o vice-governador destacou que a tarifa é determinada pela agência reguladora. Em Minas, essa função cabe à Arsae (Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais), que é a responsável pelo monitoramento há mais de 10 anos.

Além desses temas, Simões falou sobre a relação com o governo federal, pagamento da dívida com a União, construção de novos hospitais no interior, combate às organizações criminosas e os cuidados em relação à população em situação de rua.

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