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Bombeiro dá aulas de esgrima para cadeirantes como voluntário

Capitão foi convidado para integrar comissão técnica da seleção brasileira na modalidade

Minas Gerais|Do R7

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Piloto dá aulas de 2011 e já conseguiu bons resultados com os alunos
Piloto dá aulas de 2011 e já conseguiu bons resultados com os alunos
Treinador posa ao lado de um dos atletas
Treinador posa ao lado de um dos atletas

O piloto do Corpo de Bombeiros Kléber Castro tem outro cargo de peso quando não está no comando do helicóptero da corporação: ele é professor voluntário de esgrima em cadeira de rodas. Conciliar os dois trabalhos não é problema para o militar que explica que uma função complementa a outra.

— A minha disciplina e a minha forma de trabalhar aqui [no Corpo de Bombeiros], eu tento levar um pouco para a área de esgrima. A concentração, a agilidade e a forma de pensar mais rápido da esgrima me ajuda muito na aviação.


O trabalho como voluntário desde 2011 rendeu o convite para integrar a comissão técnica da delegação brasileira da categoria. Atualmente, sete atletas já participam da modalidade em Minas, com ótimos resultados em pouco tempo. É o caso do analista de sistemas Gustavo Pereira, que utiliza uma cadeira de rodas há 20 anos. Ele está em segundo lugar no ranking estadual e em 12º no Brasil.

— A esgrima favorece o praticante com idade mais avançada, então quem sabe tem aí uma participação em olimpíada, em 2020, por que não? O esporte muda a vida das pessoas e muda rápido.


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Já o administrador Gustavo Reis sofreu um trauma medular e teve os movimentos dos braços e das pernas limitado. No entanto, ele prova que nenhuma dificuldade pode ser maior do que o amor ao esporte.

— O mais bacana é sair de casa e ver que tem um mundo lá fora, que você consegue chegar onde quiser. A limitação existe, mas sempre há uma forma de superar.

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