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Chuva dispersa manifestantes em Belo Horizonte 

Pico do protesto reuniu 30 mil pessoas na praça da Liberdade

Minas Gerais|Thais Mota e Enzo Menezes, do R7, em Belo Horizonte

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Grupo se esconde da chuva debaixo de bandeira na praça da Estação
Grupo se esconde da chuva debaixo de bandeira na praça da Estação

O movimento anti-PT que reuniu 30 mil pessoas na praça da Liberdade, em Belo Horizonte, neste domingo (13), prometia descer com força para a praça da Estação, no centro. A chuva forte, no entanto, dispersou boa parte dos grupos. 

Às 14h, quatro horas depois do início do ato, a praça da Liberdade já tinha sido liberada. Com capas, guarda-chuvas ou se abrigando debaixo de uma bandeira gigante, moradores se reuniam na Estação após uma caminhada pelo centro, nas avenidas Espírito Santo ou João Pinheiro. 


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Do alto de um trio elétrico, integrantes do grupo "Brava Gente" discursavam contra o Governo Federal. Cartazes apoiavam a operação Lava Jato e o juiz Sérgio Moro e defendiam a queda da presidente e a prisão de Lula. Com os rostos pintados de verde e amarelo, famílias inteiras gritavam palavras de ordem. 

Três bonecos infláveis chamavam a atenção na praça da Estação: um pato da campanha da Fiesp contra o aumento de impostos, um Lula presidiário com uma garrafa de cachaça e outro de Lula carregando o governador de Minas Fernando Pimentel (PT). 


Segundo a Polícia Militar, os atos ocorreram sem registro de tumultos ou prisões. No caminho para o centro, alguns moradores estenderam panos vermelhos nas janelas, em apoio à presidente Dilma, e foram hostilizados. 

Durante a manhã, uma dezena de políticos de oposição participou do ato. Entre eles estavam os senadores Aécio Neves e Antonio Anastasia (PSDB), o vice-prefeito de BH Délio Malheiros (PV) e vários políticos de oposição. Em entrevista que durou apenas dois minutos, e com forte apelo eleitoral, Aécio defendeu "qualquer saída dentro da Constituição" para Dilma para "a esperança vai voltar a habitar os lares de todo o Brasil". 

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