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Ciganos podem estar envolvidos no sumiço de menina em Rio Pardo de Minas

Nova suspeita surgiu após polícia receber falsa pista no último dia 4

Minas Gerais|Tabata Martins, do R7 MG

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Emily já está há mais de um mês desaparecida da cidade
Emily já está há mais de um mês desaparecida da cidade

Mais uma linha de investigação sobre o caso de Emily Ketlyn Ferrari, de oito anos, sumida em Rio Pardo de Minas, no norte do Estado, há mais de um mês, é analisada pela polícia. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Luiz Antônio do Nascimento, ciganos podem estar envolvidos no desaparecimento da criança.

Segundo o delegado, policiais da cidade receberam a informação de que ciganos estiveram em Rio Pardo de Minas na mesma época em que a menina foi vista pela última vez. “Já sabemos que ciganos estiveram na cidade, mas eles ainda são procurados, uma vez que já deixaram Rio Pardo de Minas”, conta Luiz Antônio do Nascimento.


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Ainda conforme o delegado, os suspeitos estariam fora de Minas Gerais. No entanto, o Estado onde são feitas as novas buscas não foi revelado por ele.

A nova suspeita surgiu no dia em que o desaparecimento de Emily Ketlyn completou um mês. Na data, no último dia 4, a Polícia Civil recebeu um alarme falso de que a garota teria sido encontrada.


O chamado foi feito pela polícia militar e um cativeiro onde estava uma menina com idade igual à da garota foi estourado. No entanto, ao checarem a informação, agentes da Polícia Civil descobriram que se tratava de outra criança, chamada Júlia, que havia desaparecido em Montes Claros, também no norte de Minas.

Conforme Luiz Antônio do Nascimento, foi descoberto que ciganos estavam envolvidos no sequestro da menina de Montes Claros e isso fez com que a polícia checasse se algum grupo parecido havia passado por Rio Pardo de Minas.


Investigações

Nessa quinta-feira (6), o delegado afirmou ainda que a quebra do sigilo telefônico de uma testemunha pode apontar um suspeito de envolvimento no desaparecimento de Emily. A Polícia Civil já recebeu os documentos, mas aguarda uma versão mais detalhada dos registros.

Segundo Luiz Antônio do Nascimento, o histórico recebido é “parcial”. Se a ligação for confirmada, pode “ajudar a fechar um raciocínio” sobre o caso.

Entenda o caso

Emily, de oito anos, desapareceu no dia 4 de maio deste ano. Ela foi vista pela última vez brincando na frente de casa. A polícia tem pistas de que um carro preto passou pelo local no horário do sumiço da criança.

Informações deram conta ainda de que ela teria sido vista em Montes Claros. A madrasta da garota é suspeita do crime, já que ela teria feito ameaças à menina no ano passado porque tinha cíúmes da mãe de Emily.

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