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Criança tenta agredir colega com faca de cozinha em escola de Alfenas (MG)

Conselho Tutelar informou que esta não foi a primeira vez que a criança tem comportamentos agressivos

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

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Caso aconteceu na Escola Estadual Coronel José Bento, em Alfenas
Caso aconteceu na Escola Estadual Coronel José Bento, em Alfenas

Um menino de nove anos tentou agredir um colega utilizando uma faca de cozinha em Alfenas, no sul de Minas Gerais. A confusão aconteceu na Escola Estadual Coronel José Bento.

Segundo o Conselho Tutelar, funcionários da instituição de ensino disseram que a criança foi até a cozinha onde pegou uma faca para tentar agredir colega da mesma idade. Ele também carregava uma barra de ferro que teria trazido de casa.


No entanto, ao perceberem que o menino estava armado, os funcionários conseguiram retirar a faca de suas mãos e, em seguida, acionaram a Guarda Municipal já que a criança estaria muito agressiva.

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De acordo com a conselheira Maria Cherry, o garoto disse que foi agredido por um colega e que teria pegado a faca para se defender. 


— Ele disse que o coleguinha teria dado uma voadora nele.

Mas, essa não foi a primeira vez que o garoto se envolve em problemas na escola. O Conselho Tutelar inclusive já teria inscrito o menino em um programa educacional, do qual ele foi expulso por mau comportamento.


— Conseguimos um projeto, mas lá não deu certo tamanha a agressividade dele.

Ainda conforme o Conselho Tutelar, a criança iniciou os comportamentos agressivos após perder a mãe em um acidente, quando ele tinha quatro anos de idade. Atualmente, ele vive com a avó, mas passaria boa parte do tempo sozinho.

— Ele fica praticamente sozinho. É uma criança que é vista por volta de 23h e meia-noite nos arredores da casa dele pedindo dinheiro porque, com certeza está com fome. Então, cadê a avó.

Mas a tia da criança, Cíntia Teixeira dos Santos, nega que a avó seja negligente com o neto.

— Porque minha irmã mora do lado da casa que ele mora, ou seja, não tem condições de ele ficar sozinho para rua. 

O caso ainda está sob acompanhamento do Conselho Tutelar e, se comprovada a negligência por parte da avó, ela pode perder a guarda da criança e o menino será levado a um abrigo para crianças. A escola onde a confusão aconteceu foi procurada, mas não teve autorização para comentar sobre o fato. 

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