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Vídeo mostra homem manipulando substância dentro do Hospital João 23, em BH

Fhemig informou que o caso será apurado; Polícia Militar fez abordagem, mas não encontrou material ilícito

Minas Gerais|Stéphanie Lisboa e Rosildo Mendes, da RECORD Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um vídeo mostra um homem manipulando uma substância dentro do Hospital João 23, em BH.
  • A Fhemig informou que o caso será apurado, mas a Polícia Militar não encontrou material ilícito.
  • O hospital segue normas rígidas contra o uso de substâncias ilícitas e realizará uma apuração interna.
  • A instituição trabalha em conjunto com órgãos de segurança pública para garantir a segurança de todos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Hospital João 23 realizará uma apuração interna e poderá adotar as providências cabíveis, caso seja necessário
O Hospital João 23 realizará uma apuração interna e poderá adotar as providências cabíveis, caso seja necessário Reprodução/RECORD Minas

Um vídeo gravado dentro do Hospital de Pronto-Socorro João 23, em Belo Horizonte, mostra pacientes internados usando cocaína em um dos leitos da unidade. As imagens escancaram um problema que, segundo trabalhadores do hospital, é antigo: o uso e o tráfico de drogas dentro da unidade.

Funcionários afirmam que a direção do hospital tem conhecimento da situação, mas que profissionais de saúde enfrentam dificuldades para denunciar os casos. Segundo o presidente da Associação dos Trabalhadores em Hospitais do Estado de Minas Gerais (Asthemg), Carlos Martins, o vídeo apenas confirmou uma situação que já era conhecida.

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De acordo com ele, as drogas entram no hospital principalmente por pessoas que acompanham pacientes. Martins afirma ainda que enfermeiros evitam confrontar usuários e possíveis traficantes por medo de represálias e ameaças.

O homem que aparece no vídeo continua internado no João 23. Na semana passada, Martins, ele teria ameaçado uma enfermeira depois de ser repreendido por supostamente furtar a comida de outro paciente. O homem teria fotografado a profissional e afirmado pertencer a uma facção criminosa.

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As denúncias não se limitam ao consumo e ao tráfico de drogas. Trabalhadores também relatam furtos frequentes de celulares e agressões contra profissionais dentro da unidade.

Após o caso, a Polícia Militar esteve no hospital. Durante a abordagem, porém, nenhuma substância ilícita foi localizada.

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Em nota, a Fhemig informou que segue rigorosamente as normas que proíbem o uso ou porte de substâncias ilícitas em suas unidades. A fundação afirmou que o Hospital João 23 vai apurar o caso e adotar as providências cabíveis, se necessário.

A Fhemig também declarou que mantém atuação integrada com os órgãos de segurança pública para prevenir e enfrentar situações que possam comprometer a segurança de pacientes, acompanhantes e trabalhadores nas unidades hospitalares.

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Nota da fhemig

A Fhemig segue rigorosamente as normas que vedam o eventual uso ou porte de substâncias ilícitas em suas unidades. O Hospital João XXIII realizará a apuração do caso, adotando as providências cabíveis, se necessário.

A Polícia Militar esteve no local e, durante a abordagem, não foi localizada nenhuma substância ilícita.

A Fhemig mantém atuação integrada com os órgãos de segurança pública na prevenção e no enfrentamento de situações que possam comprometer a segurança de pacientes, acompanhantes e trabalhadores nas unidades hospitalares.

Por respeito à Lei Geral de Proteção de Dados e ao sigilo do prontuário, a Fhemig não fornece informações que possam identificar pacientes ou detalhar situações individuais de atendimento.

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