Defesa de “Macarrão” desiste de pedido de habeas corpus
Advogado queria extensão do mesmo benefício de Bruno, mas percebeu que são casos diferentes
Minas Gerais|Do R7 com RecordTV Minas

A defesa de Luiz Henrique Romão, o “Macarrão”, desistiu do pedido de soltura do cliente, protocolado nessa segunda-feira (6), no STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília. Wesley Cesar Vasconcelos, advogado de “Macarrão, solicitou à Justiça que o habeas corpus concedido ao goleiro Bruno Fernandes fosse estendido a ele, porém, o defensor percebeu que se tratam de casos diferentes.
Fernandes foi solto da Apac (Associação de Proteção e Assistência a Condenados), de Santa Luzia, na Grande BH, no último dia 24, graças a um habeas corpus concedido pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF. Em 2013, o jogador foi condenado, em primeira instância, a 22 anos e cinco meses de reclusão pela morte de Eliza Samudio, mas a defesa dele entrou com um recurso que até hoje não foi analisado. Para liberar Fernandes, Mello alegou que o tempo de espera para o julgamento é excessivo.
Relembre os fatos mais marcantes do caso Eliza Samudio
Segundo a assessoria do STF, a defesa de Macarrão alegou que a situação processual dele é diferente de Fernandes. Segundo o que a própria defesa disse no protocolo, Bruno ainda aguarda um pedido de apelação contra a decisão do juri no TJ (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), enquanto Macarrão já está cumprindo em definitivo a pena. O jornalismo da RecordTV tentou fazer contato com a defesa de Romão mas o advogado não atendeu as ligações.
Romão, antigo braço direito de Fernandes cumpre pena em regime semiaberto em Pará de Minas, na região central de Minas Gerais. Ele foi condenado, em 2012, a 15 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado e sequestro da vítima, no caso Eliza Samudio.















