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Estudante da UFMG é presa suspeita de vender drogas na universidade

Aluna de Ciência da Computação era monitorada há cerca de um mês após denúncia; para UFMG não há provas que o crime acontecia dentro do campus 

Minas Gerais|Lucas Pavanelli, do R7

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Apreensão aconteceu no apartamento da aluna
Apreensão aconteceu no apartamento da aluna

Uma estudante da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) foi detida nesta terça-feira (26) por suspeita de tráfico de drogas. A aluna do curso de Ciência da Computação foi detida quando saía da república onde aluga um quarto no bairro São Francisco, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. 

Segundo a Polícia Civil, com a estudante foram encontradas buchas de maconha, haxixe, LSD e ecstasy. A polícia também esteve em um outro apartamento, onde a jovem mora, no mesmo bairro e encontrou duas estufas utilizadas para cultivar cogumelos alucinógenos, além de material para embalar drogas. 


De acordo com a Polícia Civil, a jovem era monitorada há quase um mês, desde que os policiais receberam denúncias de que ela vendia drogas a estudantes e frequentadores da universidade. 

Em nota, a UFMG diz que tomou conhecimento do fato pela imprensa e que reiterou a disposição da instituição em colaborar com a apuração dos fatos. A universidade também afirmou que "não há provas de que as supostas ações criminosas ocorriam nas dependências da Universidade".


A UFMG também afirmou que tem tomado medidas para enfrentar a questão das drogas, "tanto com relação a aspectos de segurança quanto em termos da abordagem social".

"Por isso, a Reitoria também se solidariza com a situação de desamparo e sofrimento mental da estudante, e coloca-se à disposição da família", conclui a nota da unversidade.


Condenação

Em outubro, a Justiça de Minas Gerais condenou três pessoas por tráfico de drogas e associação ao tráfico em Belo Horizonte. Segundo as investigações, o grupo vendia os entorpecentes dentro do campus da UFMG, apesar de não fazer parte da comunidade acadêmica. 

Dos condenados, dois deles tiveram a pena final estipulada em 19 anos e 10 meses de reclusão, uma vez que cometeram os crimes estando em cumprimento de pena por outros crimes. O terceiro réu, foi condado a 15 anos e dois meses de prisão. 

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