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Exame comprova que restos mortais são de funcionária pública morta no sul de MG

Andrea Araújo, de 34 anos, foi sequestrada e assassinada em janeiro deste ano

Minas Gerais|Márcia Costanti,do R7

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Vítima chegou a ser ameaçada várias vezes pelo ex-marido
Vítima chegou a ser ameaçada várias vezes pelo ex-marido

O resultado de um exame de DNA liberado ontem (7) comprovou que os restos morais encontrados em um cafezal no distrito de Cafezal, no sul de Minas, pertencem à funcionária pública Andrea Araújo de Almeida, de 34 anos. De acordo com as investigações, a mulher foi sequestrada e assassinada em Poços de Caldas, na mesma região, no dia 15 de janeiro. O crime foi encomendado pelo empresário João Batista dos Reis, ex-companheiro da vítima.

Além de Reis, que é conhecido ainda como João do Papelão, outras quatro pessoas foram presas por receber a quantia de R$ 50 mil, paga pelo ex-marido aos executores. Foram indiciados Ednilson Martins de Souza, o Paulista, de 37 anos; Luciano Monteiro Santos, o Galego, 39; Márcio da Silva Santos, conhecido como Negão, de 29; e Liliane Gonçalves da Silva, de 29, esposa de Ednilson.


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De acordo com as apurações, Andrea teria sido abordada por dois dos seus executores no início da noite de 15 de janeiro, quando seguia em seu carro pela rua Bolívia, no Bairro Jardim Quisisana, a caminho de casa. Na ocasião, ela conversava com a irmã ao telefone, que inclusive chegou a ouvir a voz dos autores, que diziam: “Para o carro, isso é um sequestro. Você vem com a gente!”.


O veículo foi abandonado no local da abordagem, sendo o celular e a bolsa de Andrea localizados em uma plantação da fazenda Manacá, na zona rural, alguns dias depois. No dia 23 de janeiro, um crânio e parte de uma ossada humana foram encontrados em meio a um cafezal localizado distrito de Palmeiral, município de Botelhos, a cerca de dois quilômetros da área onde o celular e a bolsa da vítima foram achados.

Com o andamento das investigações e de posse de um conjunto de provas, a Polícia Civil solicitou à Justiça as prisões temporárias do ex-companheiro de Andrea e de cinco suspeitos. Agora, o inquérito deverá ser encerrado e remetido à Justiça.

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