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Família aguarda identificação de corpos de casal encontrados na MG-238, em Sete Lagoas

Parentes reconheceram roupas das vítimas e forneceram material genético para exames de DNA; casal está desaparecido desde 31 de janeiro

Minas Gerais|Rosildo Mendes, da RECORD Minas

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Os dois estavam juntos havia cerca de um mês. Ainda conforme a família, o ex-namorado de Ana Clara não aceitava o relacionamento
Os dois estavam juntos havia cerca de um mês. Ainda conforme a família, o ex-namorado de Ana Clara não aceitava o relacionamento

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Familiares de Ana Clara e Vitor Hugo forneceram material genético ao IML para identificação dos corpos encontrados na MG-238.
  • Os jovens estavam desaparecidos desde 31 de janeiro e as roupas dos corpos foram reconhecidas pela mãe de Ana Clara.
  • A perícia indicou possível causa da morte relacionada a disparos de arma de fogo, e a investigação está em andamento.
  • A identidade dos corpos ainda depende de laudos periciais que confirmem oficialmente suas identidades.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Familiares de Ana Clara Xavier Quintela, de 18 anos, estiveram na manhã desta segunda-feira (23) no Instituto Médico-Legal (IML) de Sete Lagoas para fornecer material genético que será utilizado em exames de DNA que devem confirmar a identidade dos dois corpos encontrados no domingo (22), às margens da MG-238.

A suspeita é de que os corpos sejam de Ana Clara e do namorado, Vitor Hugo Cassemiro, de 20 anos, desaparecidos desde o dia 31 de janeiro de 2026. Segundo a mãe da jovem, Andreia Xavier Silva, as roupas localizadas foram reconhecidas como sendo as da filha e do rapaz. Apesar disso, a confirmação oficial depende de laudos periciais.


Os corpos foram encontrados em avançado estado de decomposição em uma área de chacreamento conhecida como Vovó Cheia, no sentido Jequitibá. A Polícia Militar de Minas Gerais foi acionada no início da tarde de domingo. Informações preliminares apontam que as vítimas estavam em uma região próxima à fábrica da Iveco, em Sete Lagoas.

De acordo com a perícia da Polícia Civil de Minas Gerais, há indícios de perfurações no crânio, possivelmente provocadas por disparos de arma de fogo. O caso é investigado.


O desaparecimento do casal mobilizou familiares e moradores da cidade. Segundo a mãe de Ana Clara, os dois saíram de casa na tarde do dia 31 de janeiro dizendo que iriam procurar mangas nas proximidades e que retornariam em seguida. Depois, planejavam visitar uma tia.

Antes de sair, Vitor teria informado que o celular estava descarregando e, por isso, deixou o aparelho e o documento de identidade na casa da sogra. Após saírem, não foram mais vistos. O celular de Ana Clara foi desligado por volta das 21h daquele dia.


Ana Clara é mãe de uma menina de 1 ano e 8 meses e, segundo a família, nunca havia ficado tanto tempo longe da filha, o que aumentou a preocupação. Durante as investigações, mensagens com ameaças enviadas pelo ex-namorado da jovem foram encontradas no celular dela.

A identidade oficial dos corpos ainda depende da conclusão dos exames periciais.


Nota da PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que, após ser acionada, deslocou a perícia oficial até a região conhecida como Fazendinha Vovó Cleia, em Sete Lagoas, onde dois corpos em avançado estado de decomposição foram encontrados.

Após a coleta de vestígios e informações que irão subsidiar os trabalhos de polícia judiciária, os corpos foram encaminhados ao IML, em Belo Horizonte, para identificação e exame de necropsia.

A investigação está em andamento e a PCMG aguarda a conclusão dos laudos periciais. Outros detalhes poderão ser divulgados com o avanço dos trabalhos.

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