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Mulher morre atropelada na MG-10 em Vespasiano; trecho já foi palco de acidentes fatais semelhantes

Motorista fugiu sem prestar socorro; em menos de um ano, rodovia registrou outros atropelamentos com morte

Minas Gerais|Raquel Penaforte e Núbia Roberto, da RECORD Minas

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O acidente aconteceu no sentido Belo Horizonte, na altura do bairro Vila Esportiva
O acidente aconteceu no sentido Belo Horizonte, na altura do bairro Vila Esportiva RECORD Minas/ Reprodução

Uma mulher morreu após ser atropelada na manhã desta sexta-feira (24) na MG-10, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O acidente aconteceu no sentido Belo Horizonte, na altura do bairro Vila Esportiva.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência. No local, os socorristas constataram a morte da vítima, uma mulher, ainda na rodovia.


Segundo as primeiras informações, o veículo envolvido no atropelamento fugiu sem prestar socorro. A Polícia Militar foi acionada e as circunstâncias do acidente serão apuradas.

O caso reacende o alerta para a sequência de atropelamentos registrados no mesmo trecho da MG-10. Em outubro do ano passado, o jovem Gustavo Henrique de Oliveira Mafalda, de 22 anos, morreu após ser atropelado no km 25 da rodovia, também em Vespasiano.


Na ocasião, Gustavo voltava de uma festa quando perdeu o controle da motocicleta, bateu na mureta central e caiu sobre a pista. Imagens de câmeras de segurança mostraram que um motorista parou o veículo, acionou o pisca-alerta e tentou sinalizar a via para evitar novos acidentes. Mesmo com a tentativa de proteção, outro carro passou em alta velocidade, atropelou o motociclista e fugiu do local sem prestar socorro.

Dez dias após o crime, a Polícia Civil identificou o motorista responsável. Segundo o delegado Maycon Roberto, o homem, de 26 anos, não possuía carteira de habilitação e confessou ter ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. A perícia apontou ainda que ele trafegava a 122 km/h em um trecho onde a velocidade máxima permitida era de 110 km/h.


A mãe de Gustavo, Márcia Cristina Mafalda, relembra que o filho era trabalhador e sonhava em cursar Tecnologia da Informação. Agora, diante de mais uma morte em circunstâncias semelhantes na MG-10, a família volta a cobrar atenção para a segurança no trecho e punição aos motoristas que provocam acidentes e deixam as vítimas sem socorro.

A Polícia Militar e a Polícia Civil devem investigar as circunstâncias do atropelamento desta sexta-feira e trabalham para identificar o motorista que fugiu do local.

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