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Lacerda anuncia construção do centro administrativo da prefeitura no estacionamento da rodoviária

Obras devem ser concluídas em cinco anos e levar até 10.000 servidores para o centro

Minas Gerais|Enzo Menezes, do R7

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Terminal vai servir como central de ônibus; estacionamento dará lugar ao centro administrativo
Terminal vai servir como central de ônibus; estacionamento dará lugar ao centro administrativo

O centro administrativo da Prefeitura de Belo Horizonte, que reunirá 63 secretarias e fundações municipais, será construído onde hoje funciona o estacionamento da rodoviária, no centro da cidade. O prefeito Marcio Lacerda (PSB) lançou nesta terça-feira (8) o concurso de arquitetura que vai escolher o projeto arquitetônico para o centro, baseado no modelo da Cidade Administrativa do Governo de Minas.

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A previsão de Lacerda é que a construção seja concluída em cinco anos. Enquanto isso, a prefeitura deve concluir as obras da nova rodoviária em um terreno no bairro São Gabriel, na região nordeste, localizado atrás da estação do Move que ainda não foi concluída. O atual terminal será utilizado para integração modal dos coletivos de BH e por ônibus de turismo que hoje param no Terminal JK, no Barro Preto.

O custo estimado do empreendimento, que deve ser licitado ainda em 2014 por meio de PPP (Parceria Público-Privada) é de R$ 450 milhões. A prefeitura alega que gasta até R$ 44 milhões por ano em alugueis de prédios para secretarias e empresas públicas, já que são prédios próprios apenas a sede da administração, na avenida Afonso Pena, e a secretaria de Finanças. A estimativa de economia é de 40%, segundo Lacerda.


Para a instalação na atual rodoviária, não devem ser necessárias as desapropriações de vizinhos. O plano inicial de Lacerda era construir o centro administrativo na Lagoinha, mas a mobilização de moradores do bairro travaram as negociações. O impacto no trânsito e a desapropriação de dezenas de famílias acabaram barrando o projeto. Outra opção era o uso de um terreno em Santa Efigênia, na região leste.

Lacerda afirma que a centralização no local não deve piorar o trânsito já complicado do centro. Para ele, a estação de metrô, o Move na Lagoinha e a futura estação da linha 3 do metrô devem ser suficientes para o transporte de até 10 mil servidores.


Requalificação

O projeto de arquitetura deve contemplar também a requalificação do entorno da rodoviária, como a praça Rio Branco e o quarteirão onde funciona a Área Integrada de Segurança Pública.

A área construída prevista é de 100 mil m². Serão 14 mil m² em estacionamentos, acessos, área externa e bicicletário, 8.000 m² para auditórios e atendimento ao público e 75.000 m² para a área administrativa.

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