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Mãe de paciente acusa guarda municipal de agressão após confusão na UPA Barreiro

A briga teria começado após outros pacientes foram atendidos primeiro que a criança

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

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Os atendimentos da UPA Barreiro foram paralisados por 40 minutos
Os atendimentos da UPA Barreiro foram paralisados por 40 minutos

Um desentendimento entre a mãe de uma paciente e uma técnica em radiologia terminou em confusão na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Barreiro, em Belo Horizonte. A mulher ficou irritada depois que a profissional teria passado outros pacientes na frente da filha dela.

Guardas municipais que cuidavam da segurança do local precisaram intervir. Ela acusa um guarda municipal de ter lhe agredido durante a confusão.


Graziela Ribeiro procurou atendimento para a filha de cinco meses que estava com problemas respiratórios. A criança esperou a consulta por quatro horas, passou pelo pediatra e foi encaminhada para o setor de Raio X. A mãe alega que foi para a fila e aguardou o procedimento por 40 minutos. No momento em que ia ser atendida, a responsável pelo setor teria passado dois pacientes na frente da criança. Graziela contou que ao fazer a reclamação a funcionário foi hostil e irônica.

— Ela começou a debochar e rir da minha cara. Outra pacientes teriam ficaram revoltados com forma que mãe da criança foi tratada e começaram a confusão.


Uma testemunha, que não quis de identificar, conta com a mãe da criança foi mobilizada.

— Eu vi a mãe da criança caída no chão e um dos guardas municipais ajoelhado em cima dela.


Segundo os guardas municipais, cerca de 350 pessoas estavam no UPA. Com a briga, um dos guardas também foram agredido.

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Durante a confusão os atendimentos da unidade foram paralisadas. As atividades foram retomadas 40 minutos depois, com exceção do setor de Raio X , já que a técnica de radiologia foi encaminhada para a delegacia para prestar esclarecimentos. Cerca de 15 pacientes que aguardavam o atendimento tiveram que ser transferidos para outra UPA.

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