Mineiro cria rede social para reunir donos de carros antigos
"Karangorama" é um espaço de troca de informações sobre veículos fabricados até 1999
Minas Gerais|Thaís Mota, do R7

A partir de uma paixão por carros antigos, o designer mineiro Felipe Bretas decidiu criar uma rede social para reunir donos de veículos fabricados até 1999 em todo o Brasil. A ideia era criar um espaço de interação e troca de informações sobre o universo das relíquias automobilísticas e foi assim que surgiu a "Karangorama".
Lançada em março deste ano, a rede social já contabiliza quase 4.000 usuários cadastrados, 2.000 carros catalogados e 85 mil curtidas em sua fanpage da rede social no Facebook. O projeto é resultado de um trabalho de cinco anos e ainda está em sua versão Beta.
— Nosso objetivo é ser referência em carro antigo, ou seja, na busca e compartilhamento de informações sobre esse universo.
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Bretas conta que o projeto surgiu quando ele decidiu reformar um Corcel 1976. Apaixonado por carros antigos, ele adquiriu o veículo em 2006 e, há cinco anos, começou a buscar informações sobre peças e oficinas especializadas na restauração do automóvel.
— A internet era o principal meio para encontrar informações, mas eu percebi que elas estavam muito dispersas em sites, fóruns e redes sociais. Então, eu via necessidade de um espaço que reunisse todas essas informações e onde as pessoas pudessem comentar, contar a história do seu carro, criar tutoriais e trocar ideias sobre problemas e defeitos dos veículos.
Foi então que ele decidiu criar a Karangorama que, além dos donos de carros e dos próprios veículos, também reúne oficinas mecânicas especializadas, anúncios de peças à venda, vídeos gravados por usuários compartilhando dicas sobre automóveis antigos, ofertas de carros fabricados até 1999 que estão à venda, entre outras coisas.
Ele ressalta ainda que a principal forma de interação da rede social é a postagem de fotos e histórias dos carros e considera que a rede social é um espaço de valorização das pessoas que consideram os veículos não apenas como objetos.
— A pessoa que tem um carro desses, sente como se o automóvel fizesse parte da família. Então, as pessoas têm uma história com o veículo e poder dividir isso com outros apaixonados faz a diferença.















