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Polícia recupera carga roubada de três toneladas de explosivos 

Material havia sido desviado para duas cidades mineiras; investigação suspeita que explosivos seriam usados em roubos de caixas eletrônicos

Minas Gerais|Marina Avelar*, do R7, com Record TV Minas

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Material foi encontrado em duas cidades mineiras
Material foi encontrado em duas cidades mineiras

A Polícia Civil recuperou, na noite desta segunda-feira (23), uma carga de três toneladas de explosivos que havia sido roubada durante manhã, na BR-381, em Caeté, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo a corporação, parte do material foi encontrado em Sabará, também na Grande BH, e o restante no distrito de Ravena. 


De acordo com Wilian Braga, inspetor do Depatri (Delegacia Especializada de Crimes Contra o Patrimônio), a carga estava camuflada com galhos secos e folhas, dificultando a localização dos explosivos. O policial afirma, ainda, que a carga roubada seria usada na explosão de caixas eletrônicos no Estado.

— A criminalidade usa agora o estouro em caixa eletrônico. Então com certeza em mãos erradas ela pode trazer um transtorno muito grande para a sociedade e para a polícia.


O motorista do caminhão roubado relatou à polícia foi abordado por dois homens em uma motocicleta. Como a carreta estava lenta, um dos suspeitos subiu no veículo com a arma em punho fazendo a abordagem.

Veja também: Aplicativo de rastreio ajuda polícia prender suspeito de roubo de carga


De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), após ser solto, o motorista dirigiu até o posto da corporação, em Sabará, e registrou o roubo.

Após registros das ocorrências, o delegado entrou em contato com o Exército Brasileiro sobre o motivo pelo qual a carga estava sendo transportada sem escolta armada.


O tenente-coronel Flávio Milhomem Silva disse que a escolta é definida pela distância e não por peso e natureza do explosivo.

— Ficou definido por uma diretriz da 4º Região que aqui em Minas o transporte de explosivo de um raio de ação acima de 200 km é obrigatório a escolta armada. De até 200 km, a empresa fica desobrigada de contratar a guarda.

O tenente afirma que o transporte foi feito de maneira regular. A empresa afirma que o caminhão possuía rastreador e a polícia foi acionada assim que o veículo saiu da rota.

Até o momento, os suspeitos do crimme ainda não foram encontrados.

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* Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Nascimento

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