"Se tiver aumento, vai ser pequeno", diz prefeito de BH sobre reajuste no preço do ônibus
Segundo Fuad Noman, equipes da prefeitura analisam o custo do sistema e o valor que o município tem condição de financiar
Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7

O possível aumento da tarifa de ônibus em Belo Horizonte para 2024 ainda é analisado pelo poder público. Em encontro com a imprensa, na manhã desta terça-feira (19), o prefeito Fuad Noman (PSD) não descartou a hipótese, mas disse que se mobiliza para evitar.
"A passagem de ônibus demanda um processo muito grande de avaliar de qual é o custo real do sistema, quanto a prefeitura pode pagar e quanto será a passagem. Farei todo trabalho para não ter aumento. Mas se eventualmente não conseguirmos fechar o orçamento, pode ser que tenha um pequeno aumento. Não vamos sacrificar o trabalhador", comentou.
Na última semana, o presidente da Câmara, Gabriel Azevedo (sem partido) chamou atenção para o futuro da tarifa. "O custo do sistema [de ônibus] que veio na lei orçamentária aumentou de R$ 1,5 bilhão para R$ 1,8 bilhão. O custo do subsídio diminuiu. Era de meio bilhão e agora foi para R$ 392 milhões. Se isso acontece, claro que na regra de três quem vai pagar a conta é o passageiro", comentou à época.
Atualmente a tarifa básica na capital mineira custa R$ 4,50. Segundo Fuad Noman, a compensação financeira enviada às empresas evitou um acréscimo de quase R$ 4,00 no valor para o passageiro.















