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Prefeitura de BH convoca coletiva e CDL se diz contra fechamento

Prefeito Alexandre Kalil se reúne com epidemiologistas nesta quarta-feira; taxa de ocupação nas UTIs de BH supera os 80%

Minas Gerais|Lucas Pavanelli, do R7

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Entrevista coletiva acontece nesta quarta (30)
Entrevista coletiva acontece nesta quarta (30)

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), se reúne nesta quarta-feira (30) com representantes do Comitê de Enfrentamento à Epidemia de Covid-19 e, logo depois, dará uma entrevista coletiva na sede da prefeitura. 

Embora o Executivo ainda não confirme, é possível que haja anúncios com relação ao funcionamento do comércio na capital mineira. 


Os estabelecimentos tiveram o horário de funcionamento ampliado nas semanas que antecederam o Natal, para evitar aglomeração de pessoas no interior das lojas. No entanto, a taxa de ocupação de leitos de UTI nos hospitais da capital mineira subiu. 

Nesta segunda-feira (28), a ocupação chegou a 80,3% levando em conta a rede pública e privada. Instituições de saúde, como o Hospital da Baleia, por exemplo, estão sem leitos disponíveis para receber pacientes em estado grave. 


Posicionamento

Antes mesmo de qualquer anúncio da Prefeitura de Belo Horizonte, a CDL-BH (Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte) divulgou nota para se posicionar contrariamente a uma eventual medida de fechamento dos estabelecimentos. Segundo a entidade, não há qualquer comprovação de que a abertura do comércio tenha colaborado para o aumento de casos de covid-19 na cidade. 


"Desde o processo de reabertura, iniciado gradualmente no início de agosto, o comércio, em sua ampla e imensa maioria, tem adotado todos os protocolos sanitários exigidos para os devidos cuidados com a saúde dos trabalhadores, consumidores e da população de modo geral", defende a CDL-BH, em nota. 

Ainda de acordo com a entidade, a abertura gradual, que começou em agosto, garantiu o funcionamento de estabelecimentos, que conseguiram "sobreviver a uma quarentena de 150 dias"; 

"Um novo fechamento geraria mais uma enorme onda de fechamento de empresas e de perda de empregos para milhares de nossos trabalhadores", diz a CDL.

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