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Prefeitura vai apurar denúncia de uso ilegal de arma por guardas municipais

Informações apontam que agentes estariam usando armamento particular 

Minas Gerais|Do R7

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Corporação foi criada em 2003 e conta com efetivo de mais de 2.000 servidores
Corporação foi criada em 2003 e conta com efetivo de mais de 2.000 servidores

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Corregedoria da Guarda Municipal informou que vai tomar providências em casos concretos que indiquem o uso irregular de armas de fogo por parte de agentes da corporação. A declaração foi dada depois que o jornal Estado de Minas publicou, na última quarta-feira (11), denúncias de que servidores da força de defesa municipal estariam portando armas particulares durante o trabalho.

Ainda de acordo com a reportagem, os servidores justificariam a posse do armamento alegando o crescimento da criminalidade na capital. Segundo os guardas, eles teriam passado a entrentar criminosos perigosos da mesma forma que os policiais, sem, no entanto, possuir equipamentos necessários de proteção. 


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De acordo com informações da PBH, a Guarda Municipal, criada no dia 20 de janeiro de 2003, por meio da Lei nº 8.486, é subordinada à Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Patrimonial tem como função "garantir segurança aos órgãos, serviços e patrimônio do poder público municipal e orientação, e proteção dos agentes públicos e dos usuários dos seviços públicos".

Segundo seu estatuto, é considerado infração disciplinar "usar, durante o serviço, armamento, munição ou equipamento não autorizado". Atualmente, o efetivo da GMBH é de cerca de 2.300 servidores.

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