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Primeira manhã da greve dos pilotos afeta três voos no Aeroporto de Confins (MG)

Categoria reivindica recomposição salarial e pede que as empresas respeitem os horários de trabalho

Minas Gerais|Lucas Eugênio*, do R7


Paralisação dos aeronautas afetam Aeroporto de Confins
Paralisação dos aeronautas afetam Aeroporto de Confins

A primeira manhã da greve dos pilotos e comissários brasileiros afetou, pelo menos, três voos no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na região metropolitana da capital mineira.

Todos os problemas foram reflexos da ação dos manifestantes em outros terminais.

De acordo com informações da BH Airport, concessionária que administra o terminal, dois voos com destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, tiveram atrasos.

A empresa explica que os aviões saíram de São Paulo para Belo Horizonte e já retornaram à capital paulista. Por causa da greve, o embarque em São Paulo foi atrasado, o que refletiu na partida em Belo Horizonte. Os voos eram da Gol e da Latam.

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A Gol informou que nenhuma viagem da empresa foi cancelada e que apenas atrasos foram registrados. “Todos os voos previstos foram operados e apenas alguns sofreram atrasos. Todos os esforços estão sendo empregados em tratar as contingências com nossos clientes, minimizando muito os impactos”, esclareceu a empresa.

“Os passageiros com voos afetados pela greve poderão remarcar gratuitamente seus voos ou, em caso de desistência, solicitar o reembolso de seus bilhetes. Em paralelo, passageiros afetados por atrasos receberão assistência prevista pela legislação em vigor”, informou a Latam.

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Segundo a BH Airport, o único voo cancelado no Aeroporto Internacional de Confins sairia às 09h05 com destino ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. No entanto, a companhia aérea informa que o voo apenas atrasou. A BH Airport informou que o voo foi cancelado pelo terminal carioca.

Greve dos pilotos e comissários

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Os profissionais decretaram a greve em nove aeroportos do país nesta segunda-feira (19). As paralisações, que aconteceram entre às 6h e 8h da manhã, pedem a recomposição dos salários com base na inflação. Segundo o sindicato, nos dois anos de pandemia, a redução foi de quase 10%.

A categoria reivindica que as empresas respeitem os horários de trabalho e disse que “os pleitos estão baseados nos altos preços das passagens aéreas, que têm gerado crescentes lucros para as empresas”.

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) determinou, na última sexta-feira (16), que o SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas) garanta ao menos 90% dos pilotos e comissários trabalhando durante o período de paralisação da categoria. O sindicato receberá uma multa de R$200 mil, caso não cumpra a determinação.

*Estagiário sob supervisão de Pablo Nascimento

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