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Protesto do MST reúne 400 trabalhadores na Praça da Assembleia

Grupo liberou praças de pedágio na BR-381 na segunda-feira (28)

Minas Gerais|Do R7

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Cerca de 400 trabalhadores participam do protesto
Cerca de 400 trabalhadores participam do protesto

Trabalhadores do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) se concentram na tarde desta terça-feira (29) na Praça da Assembleia, no Santo Agostinho, região centro-sul de Belo Horizonte, para cobrar do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) a regularização de família assentadas e a ligação de pontos de energia em acampamentos. São esperadas cerca de 400 pessoas no protesto.

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Na segunda-feira (28), os trabalhadores abriram durante sete horas as praças de pedágio no km 658 da BR-381 em Santo Antônio do Amparo, no centro-oeste do Estado. O MST impediu a cobrança de pedágio, mas não interrompeu a circulação de veículos na rodovia. Eles negociaram com o Incra a desocupação da estrada e decidiram seguir para Belo Horizonte nesta manhã.

Em nota, o Incra afirma que a responsabilidade pela ligação das instalações elétricas é da Cemig, e que "comunica com regularidade, por meio de ofícios, as demandas por instalação". Segundo o órgão, em março de 2014 foram criados dois assentamentos para 113 famílias - o Nova Conquista II foi criado em Campo do Meio, no sul do Estado, para 13 famílias. Outras 100 famílias ocupam o assentamento Dênis Gonçalves, em Goianá, Zona da Mata.

O movimento promete acampar na Praça da Assembleia entre os dias 1º e 3 de maio, quando ocorre o 5˚Encontro dos Movimentos Sociais de MG. No encontro haverá a discussão de temas como o Plebiscito pela Redução da Conta de Luz e o Plebiscito por uma Constituinte do Sistema Político. A mobilização nacional do grupo, denominada Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, relembra anualmente o massacre de 21 trabalhadores rurais em Eldorado dos Carajás (PA) durante confronto com a Polícia Militar.

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