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Quadrilha que exibia armas e drogas pelo Facebook é presa no noroeste de MG

Grupo se vangloriava de crimes nas redes sociais; dez pessoas foram presas

Minas Gerais|Márcia Costanti, do R7

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Dentre os detidos, estão três mulheres e dois adolescentes
Dentre os detidos, estão três mulheres e dois adolescentes

Perfis do Facebook foram fundamentais para que a Polícia Civil de Presidente Olegário, no noroeste de Minas, conseguisse desmantelar uma quadrilha que controlava o tráfico de drogas na cidade. As investigações começaram há cerca de quatro meses depois que uma denúncia informou que Kesley Jeysomar, conhecido como Kate, e Douglas Pereira, vulgo Bodinho, chefiavam o grupo nos bairros Américo Caetano e Andorinhas. No total, dez pessoas foram presas e dois adolescentes detidos na manhã desta sexta-feira (8).

Segundo o delegado responsável pelo caso, Vinícius Volz Vaz, os traficantes costumavam se exibir na internet e se vangloriavam das ações da quadrilha, batizada por eles de A Firma. Eles faziam apologia ao uso de drogas e porte de armas, postando fotos dos materiais. Jeysomar e Pereira se associaram a outras dez pessoas e dois adolescentes de 17 anos para distribuir os entorpecentes na região.


— Através dos perfis, e com autorização da Justiça, conseguimos identificar os celulares usados pelo grupo e identificar todos os envolvidos.

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Na manhã de hoje (8), foram cumpridos onze mandados de prisão preventiva, dez de busca e apreensão e outros dois de apreensão e internação dois dois menores. Apenas um dos bandidos não foi localizado e permanece foragido. Dentre os detidos, estão três mulheres. Além dos suspeitos, os policiais, que contaram com o apoio da equipe de Patos de Minas, encontraram duas espadas, uma arma de fogo, três veículos, uma motocicleta e 300 gramas de cocaína e maconha.


Ainda de acordo com Vaz, os criminosos lucravam cerca de R$ 10 mil por mês e buscam as drogas nas cidades de Patos de Minas e Paracatu. Além disso, Pereira conseguia monitorar a ação da Polícia Militar e evitar a prisão da quadrilha.

— Ele usava rádios para monitorar a presença da PM e, por isso, escapava dos flagrantes.

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