Reajuste da prefeitura de BH pode ser aceito se dias parados não forem cortados, afirma sindicato
Em greve há 22 dias, servidores discutem proposta em assembleia na quinta
Minas Gerais|Enzo Menezes, do R7 MG

Servidores da Prefeitura de Belo Horizonte, em greve há 22 dias, receberam nesta quarta-feira (22) uma proposta de reajuste para o segundo semestre. O índice de 6,2%, considerado baixo pelos líderes do movimento, pode ser aceito caso a administração não corte o ponto de cinco dias paralisados. O impasse permanece até a manhã de quinta-feira (23), quando a categoria decide os rumos da greve em assembleia na Praça da Estação a partir das 9h.
Para a presidente do Sindibel, o sindicado dos servidores públicos de BH, Célia de Lélis, o reajuste de 6,2% ainda é insuficiente. Mas a antecipação do índice para outubro e novembro pode ser aceita.
— Apesar de ainda estar aquém da reivindicação dos servidores, o índice é possível de ser aceito. O que mais pesa, no mento, é a intenção da prefeitura em punir os cinco dias paralisados. Se persistir esse entendimento, não existe a menor possibilidade da greve acabar .
Os 6,2% propostos pela prefeitura serão pagos em outubro (2%) e novembro (4,2%). Antes, a prefeitura chegou a propor o mesmo índice, mas somente a partir de 2014. Haverá ainda abono de R$ 200, vale-refeição de R$ 17, plano de carreira para gentes comunitários e de combate a endemias.















