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Suposto sequestro de universitário em BH mobiliza colegas em rede social

Crime teria sido flagrado por um estudante, que usou o Facebook para pedir ajuda

Minas Gerais|Tabata Martins, do R7 MG

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Post já teve dezenas de compartilhamentos
Post já teve dezenas de compartilhamentos

O suposto sequestro de um universitário de Belo Horizonte mobiliza colegas em uma rede social na manhã desta sexta-feira (27).

O crime teria sido flagrado por um estudante, que usou a sua conta no Facebook para pedir ajuda.


Conforme mensagem postada pelo jovem, a vítima foi surpreendida por um criminoso na saída da Faculdade Pitagóras, unidade do bairro Gutierrez, na região centro-sul da capital mineira, no final da noite dessa quinta-feira (26).

O internauta relatou que um aluno que ele só conhece de vista e usava camisa branca, calça jeans e boné, foi obrigado a entrar no próprio carro, um Corsa verde, por um homem armado.


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O estudante ainda relatou que viu quando o bandido pegou a mochila do universitário e colocou nas costas para não chamar a atenção. Ele também contou que chegou a flagrar a suposta vítima chorando muito.


O autor do post, que já teve dezenas de compartilhamentos, ainda informou que, imediatamente, comunicou o flagrante do suposto sequestro para seguranças da faculdade e que acionou a Polícia Militar. No entanto, teria tido como resposta por um vigia que ele não tem a obrigação de proteger alunos do lado de fora.

Apesar de ter procurado a polícia, o internauta alega que ele e nem responsáveis pela faculdade conseguiram registrar boletim de ocorrência sobre o flagrante, já que não tinham a placa do carro da suposta vítima e ou as características do criminoso.


Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Faculdade Pitagóras confirmou que seguranças da instituição foram avisados sobre o suposto sequestro e que, imediatamente, os vigias acionaram a Polícia Militar para apuração dos fatos. Assim como, também informou que não foi possível ser feita ocorrência sobre o caso.

No texto, a instituição esclareceu ainda que não recebeu qualquer outra informação se o crime de fato teria ocorrido e se a suposta vítima seria aluno da instituição, não tendo assim sido procurada por qualquer parente ou familiar de aluno. Apesar disso, a faculdade se colocou à disposição para auxiliar na investigação.

Já sobre a segurança nos arredores da faculdade, foi comunicado que a instituição possui seguranças particulares que, respeitados os limites legais, fazem a ronda do entorno do prédio e que estes nada presenciaram. As instalações também possuem câmeras internas de vigilância e profissionais de empresas terceirizadas, inclusive em todas as portarias.

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