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Suspeita de aplicar golpe “Boa noite, Cinderela” em três homens é presa no centro de BH

Investigações apontam que mulher de 34 anos atuava com comparsas e roubou cerca de R$ 20 mil de vítimas

Minas Gerais|Giovana Riggio*, do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma mulher de 34 anos foi presa no Centro de Belo Horizonte, suspeita de aplicar o golpe "Boa noite, Cinderela".
  • A suspeita abordava homens em bares e festas, dopava-os com substâncias sedativas e roubava seus bens.
  • As investigações começaram em junho de 2025 e revelaram que ela agia com comparsas, causando um prejuízo de cerca de R$ 20 mil.
  • A Polícia Civil investiga a possibilidade de haver mais vítimas que ainda não registraram ocorrências.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Suspeita de aplicar golpe do “Boa noite, Cinderela” é presa no centro de BH Reprodução / RECORD Minas

Uma mulher de 34 anos foi presa preventivamente nesta quinta-feira (27) no Centro de Belo Horizonte, em uma região associada à prostituição, sob a suspeita de integrar um esquema criminoso conhecido como “boa noite, Cinderela”. A mulher foi encaminhada ao sistema prisional e responderá por roubo qualificado por concurso de pessoas e por deixar a vítima em impossibilidade de resistência

De acordo com a Polícia Civil, a mulher abordava os homens em bares, festas e casas noturnas da capital, onde conquistava a confiança das vítimas. Em seguida, sem que os alvos percebessem, inseria substâncias sedativas nas bebidas para diminuir o nível de consciência dos homens e realizar os saques, transferências e furtos de bens.


As investigações policiais tiveram início em junho de 2025, após a reunião de ao menos três inquéritos que apresentavam relatos e dinâmicas de atuação semelhantes. Os levantamentos apontam que a suspeita não agia sozinha. Segundo as investigações, o grupo contava com o auxílio de outros indivíduos para a execução dos roubos e para o transporte dos materiais retirados das residências das vítimas.

O prejuízo financeiro acumulado pelos três homens já identificados chega a aproximadamente R$ 20 mil, mas a Polícia Civil não descarta a existência de outras vítimas que ainda não registraram ocorrência devido ao padrão repetitivo das abordagens.


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*Estagiária sob supervisão de Arnon Gonçalves

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