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Suspeita de matar estudante diz que foi forçada a participar do crime

Rosiane Rosa, de 39 anos, alegou que foi ameaçada com arma para sequestrar Larissa 

Minas Gerais|Márcia Costanti, do R7, em Belo Horizonte

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Larissa teria descoberto o envolvimento do namorado com o empresário
Larissa teria descoberto o envolvimento do namorado com o empresário

A mulher de 39 anos envolvida no assassinato da universitária Larissa Gonçalves de Souza, de 21 anos, em Extrema, no sul do Estado, alegou que foi forçada a participar do crime. De acordo com a Polícia Civil, Rosiane Rosa foi ouvida na última sexta-feira (13). Ela afirmou que chegou a ser ameaçada com uma arma para dirigir até a casa de José Roberto dos Santos Freire, o empresário que encomendou a morte da jovem. 

Conforme as investigações, Rosiane e o garoto de programa Valdeir Bispo, de 23 anos, teriam sido contratados por R$ 1.000 para encurralar e matar a estudante de Biomedicina. Eles foram detidos em São Paulo, na última terça-feira (10) e estão no presídio de Pouso Alegre, no sul do Estado. 

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Crime passional

O empresário José Roberto dos Santos Freire, de 35 anos, confessou ter planejado o assassinato por ser apaixonado pelo namorado da garota, o modelo Luccas Gamero, de 21 anos. Ele achava que Larissa o "atrapalhava" porque descobriu mensagens no celular do companheiro. 

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Segundo o empresário, Gamero queria esconder a relação amorosa entre os dois, já que Larissa descobriu a traição em uma mensagem de celular. O modelo nega tanto a relação com o empresário quanto participação no crime. Gamero chegou a ser detido, mas o delegado responsável pela investigação pediu a soltura por não ver relação dele com o homicídio. 

Durante reconstituição do crime foi encontrado sangue na casa do empresário.

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Larissa foi vista pela última vez na rodoviária da cidade. Ela estudava Biomedicina em uma universidade em Bragança Paulista (SP), que fica a 34 km de Extrema. Todos os dias a estudante fazia o mesmo trajeto: ia de carro até a rodoviária e embarcava em um ônibus até o município paulista.

No entanto, no dia 30 de outubro, testemunhas teriam visto a universitária sendo abordada por um casal e colocada no banco de trás do próprio carro. O veículo foi encontrado abandonado no mesmo dia. 

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