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As aberrações no processo sobre o atropelamento e morte de Vítor Gurman

Saiba as controvérsias geradas no caso do administrador 

Arquivo Vivo|Do R7 e Percival de Souza

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A injustiça no caso Vitor Gurman é apontada até hoje. Em 2011, o administrador estava na Vila Madalena, em São Paulo, e voltava para casa a pé de uma boate. Porém, uma Range Rover blindada o atropelou na calçada e o matou. A motorista era Gabriela Guerrero, acompanhada de seu namorado no banco do passageiro. Segundo ela, estava dirigindo devagar e teria bebido apenas uma taça de margarita e, ao tentar socorrer o namorado que estava passando mal ao lado, o carro perdeu o controle. 

Porém, há controvérsias no relato realizado por Gabriela. Primeiramente, é praticamente impossível um copo de margarita ser pego no bafômetro. Além disso, foi comprovado que o carro estava na velocidade de 85 km/h, diferentemente do relato da motorista. Dessa forma, a polícia acredita que o verdadeiro responsável pelo acidente tenha sido o namorado, e ela assumiu a culpa por ele. A família de Vitor também não acredita na história. Por fim, em 2021, Gabriela foi acusada de homicídio culposo, e não doloso. Ela teve que prestar três anos de serviço comunitário, pena que foi reduzida para dois anos, e ainda obteve direito de continuar dirigindo.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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