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Federação União-PP decide apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno

Resultado do 1º turno e rompimento da articulação entre Lula e Ciro Nogueira pesaram na decisão

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A federação União Progressista, composta por União Brasil e PP, decidiu apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno contra Lula.
  • Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos no primeiro turno, superando Lula, que teve 45,16%.
  • Lula tentou negociar com Ciro Nogueira para manter o PP neutro, mas a articulação se desfez após apoio a candidatos adversários de Ciro no Piauí.
  • Com a decisão da União Progressista, a estratégia de Lula de ampliar alianças de centro foi enfraquecida.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ciro Nogueira
Presidente do PP, Ciro Nogueira passou a defender apoio a Flávio publicamente Carolina Curi/Agência Senado - 2.9.2026

A cúpula da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno contra o presidente Lula (PT). O anúncio público será feito após reunião das bancadas da federação nesta terça-feira (6).

A decisão consolida uma mudança de posição que já vinha sendo construída nos bastidores, mas ganhou força depois do primeiro turno. Flávio terminou a votação à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% do petista.

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Durante o primeiro turno, uma das estratégias do Planalto era justamente evitar que União Brasil e PP embarcassem na candidatura de Flávio. Lula chegou a negociar com Ciro Nogueira uma composição que poderia manter o PP neutro na disputa presidencial em troca de uma acomodação na eleição para o Senado no Piauí.

A articulação, porém, se desfez. Lula decidiu apoiar no estado tanto Marcelo Castro (MDB) quanto Júlio César (PSD), adversário de Ciro na disputa pelo Senado. A negociação inicial previa apoio mais concentrado em Marcelo Castro e, em contrapartida, o PP ficaria fora da campanha de Flávio.

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Ciro acabou derrotado na tentativa de reeleição e, logo depois do primeiro turno, passou a defender publicamente o apoio da federação a Flávio.

Agora, com o desempenho do candidato do PL nas urnas e o fortalecimento da direita também no Congresso, a União Progressista decidiu formalizar a adesão.

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A movimentação representa uma baixa para a estratégia de Lula, que tenta ampliar alianças de centro para reagir ao resultado do primeiro turno.

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