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Flávio diz no Rio de Janeiro que pretende retomar territórios dominados pelo crime

Em agenda na Baixada Fluminense, candidato defende classificação de facções como grupos terroristas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro faz campanha na Baixada Fluminense, destacando a segurança pública como prioridade.
  • Ele promete desocupar territórios dominados por organizações criminosas, tratando-as como terroristas.
  • Defende a redução da maioridade penal para 16 anos em crimes gerais e 14 anos para crimes hediondos.
  • Plano de governo "Brasil Sem Medo" visa combater a influência de facções sobre 68 milhões de brasileiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro fala sobre plano para acabar com facções criminosas no Rio de Janeiro Divulgação/Agência Senado

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) faz campanha, nesta sexta-feira (21), na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Flávio participou de comício em Nova Iguaçu, carreata em Duque de Caxias e almoçou com aliados em uma churrascaria.

Flávio Bolsonaro destacou que a prioridade absoluta de seu eventual governo será a segurança pública, com foco no combate direto ao crime organizado, às facções criminosas e às milícias.


Ele disse ainda que pretende desocupar territórios dominados pelo crime, “comando Vermelho, PCC, milícia, essas organizações criminosas que põem medo coletivo, que acham que podem dominar territórios, impor suas próprias regras, suas próprias leis contra as pessoas, podem oprimir as mulheres, podem achacar quem quer empreender no Brasil. Isso vai acabar com a gente. Vão ser tratados como terroristas, vão ficar presos, vão mofar na cadeia e, se enfrentarem a polícia, vão ser neutralizados.”

​O candidato também tem defendido a redução da maioridade penal — fixando em 16 anos para qualquer crime e 14 anos para crimes hediondos e equiparados.


​A proposta faz parte do plano de governo e foi batizada de “Brasil Sem Medo”.

​A urgência da pauta reflete a realidade do país: dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que cerca de 68 milhões de brasileiros vivem atualmente sob a influência ou o domínio direto de facções criminosas e milícias.

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