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Bolsonaro supera 10 milhões de seguidores do Facebook

Redes sociais se consolidam como principal instrumento de comunicação direta do novo presidente, que manteve sua página privada também para pronunciamentos oficiais

Christina Lemos|Do R7

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Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro superou a marca dos dez milhões de seguidores numa das mais poderosas redes sociais, o Facebook. Na tarde desta segunda-feira, a página pessoal do presidente alcançou a marca de 10.281.881 seguidores - um recorde entre os políticos brasileiros. O fato foi noticiado e comemorado pela equipe de mídia do presidente. Para efeito de comparação, a página do ex-presidente Lula na mesma rede social conta com pouco mais de 4 milhões de seguidores. Já a do presidente americano Donald Trump, um dos modelos políticos e de comunicação de Bolsonaro, reúne 25 milhões de seguidores.

Mesmo após assumir na presidência, Bolsonaro manteve a comunicação direta via redes sociais. Nesta segunda-feira, logo após dar posse aos presidentes dos três principais bancos estatais, por volta do meio-dia, o presidente publicou: “com poucos dias de governo, não só a caixa preta do BNDES, mas de outros órgãos estão sendo levantados e serão divulgados. Muitos contratos foram desfeitos e serão expostos, como o de R$ 44 milhões para criar criptomoeda indígena que foi barrado pela Ministra Damares e outros”.

No micro-blog twitter, o preferido do presidente para comunicação instantânea com internautas e utilizado também para comunicados oficiais, como o da nomeação de ministros, Bolsonaro se aproxima de 3 milhões de seguidores. Os adversários do presidente, principalmente no PT, ainda estão longe de atingir esta marca e parecem estar perdendo a batalha da comunicação digital. Na tarde desta segunda, o perfil de Fernando Haddad no twitter registrava pouco mais de um milhão e cem mil seguidores (1.127.552). Postagens recentes do petista tiveram o registro de até 28 mil “likes”, sinalizando o alcance de suas mensagens, enquanto as de Bolsonaro chegaram a 80 mil.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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