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Supremo decide até amanhã sobre proibição de posse de armas

Cinco ministros já votaram por manter a restrição, conforme decisão de Edson Fachin, que suspendeu trechos do decreto presidencial

Christina Lemos|Do R7

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Ministro Fachin: decisão individual justificada pelo 'perigo de demora' em pleno processo eleitoral
Ministro Fachin: decisão individual justificada pelo 'perigo de demora' em pleno processo eleitoral

Está previsto para terminar até esta terça (20) o julgamento que envolve decreto do presidente Bolsonaro sobre o uso de armas. A apreciação dos ministros ocorre em plenário virtual. Até o momento, já votaram a favor das restrições estabelecidas pelo ministro Edson Fachin ao texto, por meio de decisão individual, outros quatro magistrados: Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Fachin suspendeu trechos do decreto presidencial que flexibilizava o acesso a armas e munições por considerar que havia risco de aumento da violência política durante o processo eleitoral. E determinou que a posse de armas de fogo só fosse autorizada em razão de “interesse da própria segurança pública ou da defesa nacional”.


O blog apurou que há tendência majoritária, no tribunal, de manutenção da decisão de Fachin. Até o momento, foram três os pedidos de vista, o último de Kassio Nunes Marques.

A contestação ao decreto partiu de ações do PT e do PSB no tribunal, e a decisão monocrática do ministro foi tomada sob a argumentação de “perigo na demora” da resposta definitiva da Justiça. A defesa da medida sustenta que o decreto está nas atribuições presidenciais, uma vez que o chefe do Executivo deve “concretizar, nos limites da lei, promessas eleitorais”, e busca proteger o cidadão. 

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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