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Brasileiro consome R$ 9,7 bilhões em coxinhas em um ano, mostra pesquisa

O volume registrou queda de 13% em relação ao ano anterior; foram mais de 597 milhões de vendas em todo o país

Conta em Dia|Ana VinhasOpens in new window

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Coxinha teve mais de 597 milhões de vendas no Brasil em um ano Tânia Rêgo/Agência Brasil - 16.11.2023

O salgado mais popular do país movimentou R$ 9,7 bilhões no Brasil, de abril de 2025 a março de 2026. O dado é do estudo da Crest, em parceria com o IFB (Instituto Foodservice Brasil), divulgado nesta segunda-feira (18), no Dia Nacional da Coxinha.

Apesar do volume, o consumo teve uma queda de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. Ao todo, foram mais de 597 milhões de transações no Brasil, também em retração de 21% na comparação anual.


O maior consumo é registrado nos momentos de pausa ao longo do dia, principalmente no lanche da tarde, que concentra mais de 36%.

Grande parte dos consumidores é de adultos, entre 25 e 44 anos, responsáveis por quase metade do consumo, com leve predominância masculina (cerca de 53% do total).


As padarias concentram 22% do consumo, seguidas por hiper e supermercados, com 19%, e lanchonetes, com 18%.

“A coxinha é um produto que atravessa gerações e continua relevante em diferentes contextos de consumo. Mesmo com mudanças no comportamento do consumidor, ela se mantém presente por sua conveniência e pela facilidade de acesso em diversos canais do foodservice.”

(Ingrid Devisate, vice-presidente executiva no IFB)

Entre os principais fatores que explicam essa recorrência estão a conveniência e o hábito, ambos com perda de relevância na comparação anual, indicando mudanças no comportamento do consumidor.


Em São Paulo

No estado de São Paulo, o desempenho acompanha a relevância nacional, mas com dinâmica distinta.

O salgado movimentou cerca de R$ 2,7 bilhões no período, com queda de 5% na comparação com a análise anterior.


O número de transações, por sua vez, apresentou leve crescimento de 1%, com mais de 162,9 milhões.

O perfil do consumidor paulista apresenta uma faixa etária mais elevada, entre 35 e 59 anos, representando quase 54% do consumo, além de uma participação masculina ligeiramente maior, em torno de 54%.

Os canais seguem a mesma lógica nacional, com liderança das padarias, responsáveis por 20% das vendas, seguidas por hiper e supermercados, com 18%, e lanchonetes, com 17%.

A ocasião de consumo também se mantém concentrada no lanche da tarde, que registra mais de 34%.

Entre os motivos de consumo no estado, a conveniência ganha força, com crescimento de 10% na comparação dos 12 meses, enquanto o hábito apresenta queda de 17%, reforçando a mudança na forma como o consumidor se relaciona com o produto no dia a dia.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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