Quase metade do preço do café no Brasil é imposto
Taxação de produtos é considerada elevada comparada aos mesmos produtos fora do mercado nacional
Heródoto Barbeiro|Heródoto Barbeiro
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O preço do café tem pesado no bolso dos consumidores. Ao comprar um pacote de um quilo, o cliente pode ter a impressão de estar pagando apenas pelo produto, mas uma parte significativa do valor corresponde ao imposto.
Segundo o dado, 46% do preço do café seria composto por impostos. A mesma discussão é levantada em relação ao açúcar, cujos impostos aplicados seriam de aproximadamente 42%, e à energia elétrica, que também teria uma arrecadação superior aos 40%.
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A cobrança chama atenção porque o Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo. O produto brasileiro é comercializado em diversos países, o que levanta questionamentos sobre os motivos de uma taxação tão elevada no mercado interno.
Os impostos são utilizados pelo governo para arrecadar recursos destinados a áreas como saúde, educação e segurança. Também podem financiar obras de infraestrutura e outros serviços públicos.
O questionamento, porém, está na escolha dos produtos que recebem maior tributação. Itens básicos de consumo, como café, açúcar e energia elétrica, fazem parte da rotina da população e acabam afetando diretamente o cotidiano dos brasileiros.
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