O desafio de zerar o analfabetismo no Brasil
País reduziu o número de brasileiros que não sabem ler e escrever, mas ainda precisa avançar para superar o problema
Heródoto Barbeiro|Heródoto Barbeiro
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Ações de escolas, igrejas, sindicatos e outras entidades podem ajudar a reduzir o número de brasileiros que ainda não sabem ler e escrever. O Brasil avançou na redução do analfabetismo nas últimas décadas, mas milhões de pessoas ainda não sabem ler e escrever.
O problema já foi alvo de grandes campanhas nacionais, como o Mobral, o Movimento Brasileiro de Alfabetização, criado durante a ditadura militar para combater os altos índices de analfabetismo no país.
Na época, universitários eram mobilizados para atuar em diferentes regiões do Brasil e ajudar na alfabetização da população. Desde então, o número de pessoas que não sabem ler e escrever caiu significativamente, mas o problema ainda está longe de ser resolvido.
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O analfabetismo vai além da dificuldade de interpretação de textos. Trata-se da situação de pessoas que não conseguem realizar atividades básicas, como ler uma placa de rua ou de ônibus, identificar informações em uma estação de metrô ou até mesmo escrever o próprio nome.
A redução desse índice depende de esforços que vão além das ações do governo. Escolas, igrejas, sindicatos e outras organizações também podem contribuir para ampliar o acesso à alfabetização e alcançar pessoas que ainda estão fora do sistema educacional.
O desafio agora é transformar os avanços das últimas décadas em uma meta ainda mais ambiciosa: reduzir cada vez mais o número de brasileiros que não sabem ler e escrever e caminhar para um país livre do analfabetismo.
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