Guarda compartilhada de pets pode sobrecarregar a Justiça?
Especialista orienta casais em processo de separação a fazer um acordo amigável com relação aos cuidados com os pets
Heródoto Barbeiro|Heródoto Barbeiro
O Poder Judiciário já recebe uma grande quantidade de ações para resolver. Imagine, por exemplo, se um casal se separa e entra na Justiça para saber quem é que vai ficar com o pet ou de quem é a responsabilidade do animal?
Nesse caso, não seria possível fazer amigavelmente esse acordo para cuidar ou compartilhar a guarda do pet?
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A advogada Andreia Soares Calçada explica que o ideal é que isso seja feito ou num formato amigável ou que o próprio Judiciário tome uma atitude o mais breve possível.
“Temos um judiciário tão assoberbado e atravancado, com uma quantidade absurda de processos que, ainda ter que julgar esse tipo de processo, é uma coisa temerosa. A questão é poder viabilizar um andamento melhor daqueles processos que estão ainda pendentes pela Justiça”, afirma a advogada. Veja a entrevista acima.
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