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Inteligência Cotidiana

Demis Hassabis discute a importância da inteligência artificial geral para o futuro da humanidade

Fundador da DeepMind propõe novo framework e comenta sobre desafios da AGI em publicações recentes

Inteligência Cotidiana|João GaldinoOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Demis Hassabis, fundador da DeepMind, compartilha reflexões sobre o futuro da Inteligência Artificial Geral (AGI), destacando seu potencial transformador.
  • Hassabis compara a AGI a descobertas fundamentais como a eletricidade, com capacidade para resolver problemas complexos, mas alerta para os riscos associados.
  • Propõe a criação de um novo órgão regulador para estabelecer padrões de avaliação de modelos de IA, visando garantir segurança e eficácia.
  • Ressalta a importância de um esforço colaborativo internacional para estabelecer padrões globais e garantir que a AGI beneficie toda a humanidade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Demis Hassabis, fundador da DeepMind, compartilhou suas reflexões sobre o futuro da Inteligência Artificial Geral (AGI) em uma publicação recente na plataforma X. Ele destaca que estamos em um momento crucial da história humana, com a AGI se aproximando rapidamente, o que pode levar a uma nova era de transformações significativas para a sociedade.

Hassabis enfatiza que a AGI, que possui capacidades cognitivas semelhantes às do cérebro humano, não deve ser comparada a inovações tecnológicas anteriores, como a internet. Para ele, a AGI é uma descoberta tão fundamental quanto a eletricidade ou o fogo, com o potencial de resolver problemas complexos, desde a descoberta de novos medicamentos até o desenvolvimento de fontes de energia limpa.


Captura de Tela do post de Demis Hassabis no X Captura de Tela do post de Demis Hassabis no X

No entanto, ele alerta que, apesar dos benefícios potenciais, é necessário abordar os riscos associados ao avanço da tecnologia. A crescente complexidade dos modelos de IA pode trazer desafios significativos, incluindo ameaças à segurança cibernética e riscos biológicos. Para isso, Hassabis propõe a criação de um novo órgão regulador que estabeleça padrões para a avaliação de modelos de IA de fronteira, semelhante à Autoridade Reguladora da Indústria Financeira (FINRA).

Esse novo corpo de padrões seria responsável por desenvolver protocolos de avaliação e trabalhar em conjunto com agências federais para garantir que os modelos de IA atendam a critérios de segurança e eficácia. A ideia é que as organizações que desenvolvem modelos classificados como “Frontier Labs” adotem melhores práticas, como a publicação de informações técnicas e a manutenção de segurança interna robusta.


Hassabis também menciona a importância de um esforço colaborativo internacional para estabelecer padrões globais que garantam que todos possam se beneficiar das oportunidades que a IA oferece. Ele ressalta que, embora haja grande entusiasmo em torno da IA, a sociedade deve se unir para moldar essa tecnologia de maneira que beneficie toda a humanidade.

Por fim, ele conclui que, para que a AGI se torne uma ferramenta poderosa para o avanço da ciência e da medicina, é essencial que a comunidade global trabalhe em conjunto para resolver os desafios técnicos e éticos que surgem com essa nova era. O futuro da AGI ainda não está escrito, e as decisões tomadas agora terão um impacto duradouro na civilização.


Para mais detalhes, acesse a publicação completa de Demis Hassabis.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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