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Polícia prende suspeito de roubo a casa onde criança teve arma apontada para o rosto

Em julho, quatro homens armados renderam uma família e a obrigaram a fazer transferências via Pix que somaram R$ 20,2 mil

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Polícia prende suspeito de roubo a casa onde criança teve arma apontada para o rosto Reprodução/Polícia Civil de São Paulo

A Polícia Civil prendeu, na quarta-feira (28), Renan Joadson Arcaro. Ele é investigado sob suspeita de ter participado de um roubo a uma casa no Jardim das Palmeiras, na zona sul de São Paulo, no dia 2 de julho.

Segundo a Polícia Civil, os criminosos mantiveram uma família refém, inclusive uma criança de sete anos, que teve uma arma apontada para o rosto.

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Os investigadores Alan Félix e Carlos Caldeira, do 25º Distrito Policial (Parelheiros), localizaram o suspeito em Itupeva, no interior do estado, onde, segundo a Polícia Civil, ele estava escondido. Contra ele havia um mandado de prisão, cumprido no mesmo dia.

O crime

De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 7h50. Um dos moradores chegava em casa quando foi abordado por quatro homens armados, de luvas e roupas pretas. Eles anunciaram o assalto e disseram que estavam atrás de dinheiro.

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Os assaltantes pegaram os cartões bancários das vítimas e, sob a mira de armas, as obrigaram a entregar as senhas. Em seguida, fizeram quatro transferências via Pix, de R$ 10 mil, R$ 3,2 mil, R$ 4,5 mil e R$ 2,5 mil, num total de R$ 20,2 mil. Segundo o boletim da Polícia Civil, a maior delas, de R$ 10 mil, foi para uma conta em nome de Renan.

Depois das transferências, o grupo fugiu num carro GM Tracker branco, segundo moradores ouvidos pela Polícia Civil. As vítimas foram orientadas a procurar os bancos para pedir o estorno dos valores.

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Outras investigações

Em comunicado, o delegado titular do 25º DP, Wilson Roberto Zampieri, afirmou que Renan já era investigado pela delegacia em outro inquérito, por roubo e extorsão.

Segundo a Polícia Civil, o preso deve passar por audiência de custódia no interior antes de ser transferido para São Paulo. Ainda não há horário previsto para a chegada dele à capital.

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A Polícia Civil trabalha na captura dos outros três suspeitos de participar do crime, que já foram identificados. O espaço está aberto para a defesa de Renan Joadson Arcaro.

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