Caso Henry Borel: defesa de Jairinho vai levar ao júri idosa que acusa Leniel Borel
Até o momento, o vereador nega as acusações de agressões psicológicas e prejuízo financeiro; o caso segue sob investigação
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Justiça concedeu uma liminar determinando a oitiva de Miriam R.S.C., de 67 anos, que acusa o vereador Leniel Borel de agressões psicológicas e prejuízo financeiro, no júri que apura a morte do filho dele, Henry Borel.
A decisão atende ao pedido da defesa do ex-vereador Jairinho. Segundo o relato da idosa, os supostos crimes teriam ocorrido durante uma viagem a Orlando, nos Estados Unidos, em 2022.
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No processo, a defesa de Miriam afirma que ela foi vítima de violência e também de “estelionato amoroso”. O prejuízo alegado é de 60 mil dólares.
Até o momento, Leniel Borel nega as acusações. O caso segue sob investigação.
Miriam vai ser ouvida por videoconferência, já que mora fora do Brasil. O júri está marcado pro dia 25 de Maio.
“A Miriam tem informações relevantes sobre o que ocorreu com o Henry enquanto passava o final de semana com o seu pai, Leniel, sendo peça indispensável para comprovar que não houve agressões contra a criança. Aliás, as informações são compatíveis com o o primeiro laudo de necropsia”, afirmou Rodrigo Faucz , advogado de Jairinho.
Defesa de Monique Medeiros acusa manipulação de imagem após publicação do pai de Henry
A defesa de Monique Medeiros afirmou que uma foto postada nas redes sociais de Leniel Borel, pai de Henry, mostrando a acusada sorrindo após a notícia de sua soltura, teria sido manipulada por inteligência artificial.
Na legenda, Leniel escreveu:
“A foto responde mais do que qualquer discurso. Essa é a expressão de quem diz estar preocupada com a justiça pelo filho.”
A publicação gerou forte repercussão e críticas nas redes sociais, especialmente pela expressão atribuída a Monique na imagem.
Segundo a defesa, a foto divulgada não corresponde ao registro original. Os advogados afirmam que a imagem foi alterada digitalmente e que, na versão real, Monique aparece chorando e fazendo gestos para familiares.
De acordo com os advogados, a mudança de expressão — de choro para sorriso — altera completamente o sentido da cena e reforça interpretações negativas em um caso ainda em andamento.
A defesa sustenta que a manipulação teria sido feita de forma deliberada e afirma que a disseminação da imagem pode configurar crime, caso haja intenção de prejudicar a reputação da acusada.
Procurada, a defesa de Leniel Borel informou que se manifestaria por meio de nota, mas ainda não respondeu.
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