Ao se declarar suspeito em ação da CPI do Master, Toffoli abre brecha para não julgar Vorcaro
Prisão de banqueiro entra na pauta da Segunda Turma na próxima sexta-feira (13), da qual o ministro faz parte
Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília, e Clébio Cavagnolle, da RECORD Brasília
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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli se declarou suspeito para relatar um processo sobre criar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) envolvendo o Banco Master e o BRB (Banco de Brasília).
Na prática, o ministro pode seguir o mesmo modelo no julgamento sobre a prisão do dono do banco, Daniel Vorcaro.
Os ministros da Segunda Turma do STF vão decidir na sexta-feira (13), de forma virtual, se mantêm a nova prisão preventiva do banqueiro.
Fazem parte da Segunda Turma os ministros André Mendonça, Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.
Toffoli era relator do caso envolvendo o Banco Master, mas deixou os processos após a PF encontrar no celular de Vorcaro mensagens citando o ministro.
Desgaste institucional
Inicialmente, Toffoli não queria abdicar da função, mas se viu sem saída e acatou o apelo dos demais ministros da corte, que buscavam evitar o aprofundamento do desgaste institucional.
Caberá ao próprio Toffoli decidir se há ou não impedimento para que ele participe do julgamento.
Na modalidade virtual, não há discussão. Os ministros apresentam os votos de forma online. Se houver um pedido de vista, o julgamento é suspenso. Se os ministros pedirem destaque, o caso é levado ao plenário físico.
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