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Quarta Instância

Mendonça não deve garantir homologação imediata de delação premiada de Vorcaro

Possibilidade de acordo de delação premiada para o empresário tem gerado especulações

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro André Mendonça não deve homologar automaticamente a delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro.
  • Vorcaro precisa apresentar informações a que a Polícia Federal não tem acesso para convencer o ministro.
  • A possibilidade de delação gera especulações desde sua segunda prisão na Operação Compliance Zero.
  • Ele está preso desde 4 de março e foi transferido para a Penitenciária Federal em Brasília poucos dias depois.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para convencer o ministro do STF, Vorcaro tem que oferecer informações novas para a Polícia Federal Divulgação/Esfera Brasil

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça não deve garantir a homologação automática de um eventual acordo de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Para convencer o ministro, Vorcaro teria que oferecer algo a que a Polícia Federal não tenha acesso: informações novas a respeito das investigações sobre o banco.


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Depois disso, Mendonça analisaria as informações prestadas — além do nível de profundidade, interesse público e utilidade delas — para decidir que tipo de benefício poderia ser concedido a Vorcaro.

A possibilidade de o empresário fechar um acordo de delação premiada tem gerado especulações desde que ele foi preso pela segunda vez, em meio às investigações da Operação Compliance Zero.


Movimentações de Vorcaro

A dimensão das consequências envolvendo o Master, a quantidade de possíveis envolvidos no esquema — em diferentes graus — e a recente troca de advogados aumentam os rumores de uma possível delação de Vorcaro.

Com dois dias de prisão, em 6 de março, o empresário foi transferido para a Penitenciária Federal em Brasília.


Em março, o STF manteve a prisão dele por unanimidade, medida determinada por André Mendonça. No mesmo dia da votação, o banqueiro trocou de advogados.

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