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Associação projeta crescimento acima de 5% na área da saúde com IA e inovação no ano de 2026

Segundo o levantamento, na comparação com o primeiro semestre de 2025, cerca de 64% das empresas expectam crescer mais de 5%

R7 Planalto|da Redação do R7 Planalto

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A indústria de tecnologia para saúde no Brasil espera crescimento superior a 5% em 2026, impulsionada por inovações e inteligência artificial.
  • 46,2% das empresas projetam crescimento acima de 10%, enquanto 30,8% esperam expansão entre 5% e 10%.
  • Cerca de 64% das empresas esperam crescimento em comparação ao primeiro semestre de 2025.
  • A inovação é o principal motor do crescimento, citada por 37,5% das empresas, apesar de mais de 80% relatarem aumento de custos no início do ano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Indústria de tecnologia para saúde projeta crescimento acima de 5% em 2026 e avanços em inovação, IA e agenda ESG Pixabay/Reprodução - Arquivo

A indústria brasileira de tecnologia para saúde inicia 2026 com expectativa de crescimento, impulsionada por inovação e pelo avanço da inteligência artificial, segundo o Termômetro da Abimed (Associação Brasileira da Indústria de Tecnologia para Saúde).

O levantamento aponta alta de mais de 5% e reúne percepções sobre desempenho econômico, custos, regulação e tendências do setor.


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“As projeções para 2026 são majoritariamente positivas. Quase metade das empresas respondentes (46,2%) estão esperando um crescimento acima de 10% este ano. Outras 30,8% projetam expansão entre 5% e 10%. Não houve qualquer registro de expectativa de queda, o que reforça a leitura de resiliência do setor”, afirma Fernando Silveira, presidente-executivo da Abimed.

Na comparação com o primeiro semestre de 2025, cerca de 64% das empresas esperam crescer mais de 5%, enquanto 8% projetam leve retração, limitada a até 5%.


A inovação lidera como motor do crescimento, citada por 37,5% das empresas, seguida por estratégia organizacional (25%). Apesar disso, mais de 80% relatam aumento de custos no início do ano, sobretudo entre 5% e 9,9%, sem impacto relevante no abastecimento de insumos.

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