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Chefe de gabinete e assessora de Mario Frias são únicos doadores da campanha do deputado até agora

Diego Garcia Ramos e produtora de Dark Horse enviaram R$ 8,5 mil ao chefe; maior patrocínio é do PL, que injetou R$ 1,4 milhão — mais que o dobro de 2022

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Diego Garcia Ramos, chefe de gabinete de Mario Frias, é o único doador individual da campanha do deputado, contribuindo com R$ 6 mil.
  • O Partido Liberal (PL) é a principal fonte de financiamento da campanha de Frias, contribuindo com R$ 1,4 milhão, mais que o dobro do valor de 2022.
  • Diego Ramos e Mario Frias têm um histórico de polêmicas, incluindo um imóvel de parente alugado por Frias, gerando custos de R$ 146 mil para a Câmara dos Deputados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fora o PL, chefe de gabinete de Mario Frias é o único doador da campanha de 2026 Bruno Spada/Câmara dos Deputados - 18.02.2025

O chefe de gabinete do deputado Mario Frias (PL-SP) e uma protudora do filme Dark Horse, que também trabalha para o deputado, foram os únicos doadores individuais da campanha do político até agora.

Diego Garcia Ramos enviou R$ 6 mil para apoiar a eleição do próprio chefe, enquanto Rareska Metsker, R$ 2,5 mil, segundo o monitoramento de candidatos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) consultados pela coluna na quarta (16).

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Fora os assessores, a campanha é turbinada pelo PL, nacional e de São Paulo. A legenda optou por mais que dobrar recursos para a campanha de Frias e injetou R$ 1,4 milhão — em 2022, o valor direcionado foi de R$ 578,5 mil. O diretório estadual do partido enviou R$ 12,4 mil à campanha. Até o momento, os gastos priorizaram ações de marketing e impulsionamento de conteúdo digital.

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Funcionários e polêmicas

A assessora Rareska Metsker prestou serviços de produção para o filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. Registros compartilhados por ela em redes sociais afirmam que o trabalho foi voltado para registros de bastidores do filme. Ela seguiu lotada na Câmara mesmo durante a produção.

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O chefe de gabinete, Diego Ramos, está lotado na Câmara desde abril de 2024 e foi promovido de cargo em fevereiro deste ano. O salário bruto é de R$ 25 mil.

Além da relação profissional, Diego tem relacionamento pessoal com uma pessoa contratada pelo gabinete de Frias: ele é cunhado de Paulo Sergio Ramos Merli Junior, que recebeu diversos valores pagos pela Câmara para aluguel de um escritório na cidade de Limeira, no interior de São Paulo.

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Registros do gabinete mostram que o local era alugado por R$ 7,5 mil. Ao longo de quase dois anos, a soma de recursos teve um custo de R$ 161 mil para a Câmara, segundo análise feita pela coluna. A relação familiar entre Paulo e Diego e a contratação inicial do escritório foi revelada em 2025, pelo jornal O Estado de S.Paulo. A relação se manteve por mais de um ano após a publicação.

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