Decisões monocráticas, como afastamento e retorno de Andrei à PF, somam 66 mil processos no STF só em 2026
Tipo de decisão é tomada por um só ministro e representa 80% das posições da Corte neste ano; Fachin e Moraes lideram
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

As decisões tomadas pelos ministros André Mendonça e Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), para afastar e depois manter no cargo o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, fazem parte de um universo de 66.176 resoluções definidas de forma individual por um magistrado em 2026.
Os dados foram consultados pelo R7 Planalto nesta quinta-feira (10) no portal Corte Aberta, e mostram que decisões monocráticas representam 80% de todas as decisões de ministros até setembro.
O histórico dos últimos anos mostra que a maior parte das decisões é centrada no ministro que ocupa o cargo de presidente. À frente da Corte, Edson Fachin definiu 31.559 processos. Depois dele, o magistrado que mais decidiu de forma individual foi Alexandre de Moraes, com 7.716 posições.
Flávio Dino, autor do pedido mais recente e que garantiu o retorno do diretor-geral da PF ao cargo, e retirou sigilo de ação ligada ao filme Dark Horse, aparece em terceiro, com 6.032 decisões.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp















