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Ministro de Lula defende decisão de Dino e diz que ações de Mendonça ‘prejudicam democracia’

José Guimarães comentou crise no STF e descartou atropelo do ministro Dino ao proferir decisão a favor do diretor-geral da PF

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • José Guimarães defende a decisão do ministro Flávio Dino e critica ações de André Mendonça.
  • Guimarães destaca que a decisão de Dino ajuda a recompor e ordenar a situação no STF.
  • Critica as decisões de Mendonça por prejudicar a democracia e o processo eleitoral.
  • Enfatiza a necessidade de o Poder Judiciário atuar de forma imparcial nas eleições.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães, criticou condução de Trump nos EUA Lula Marques/ Agência Brasil - 22.08.2023

O ministro da SRI (Secretaria de Relações Institucionais) do presidente Lula, José Guimarães, afirmou que a decisão do ministro do STF Flávio Dino foi acertada e que as ações do ministro André Mendonça “prejudicam a democracia”. As declarações foram dadas nesta quarta-feira (9) depois do titular da SRI participar de evento ao lado da primeira-dama Janja Lula da Silva sobre os 200 dias do Pacto Brasil Contra o Feminicídio.

“A decisão [do ministro Dino] atendendo uma liminar da AGU (Advocacia-Geral da União) repõe e chamou à ordem para que o Supremo possa debater e discutir no plenário as questões todas que envolvem essa crise institucional. Diante de um escândalo dessa natureza, do Banco Master, todo mundo quer saber os resultados das apurações feitas e não a utilização desses mecanismos para os objetivos eleitoreiros”, disse.


O ministro acrescentou que “a decisão do Flávio Dino ajuda na recomposição e põe ordem na casa”. “É correta na minha opinião a decisão, e agora o Supremo cabe debater as questões e procurar colocar paz para que tenhamos um processo eleitoral sem interferência nenhuma do poder judiciário”, afirmou.

Ao avaliar as decisões de Mendonça, criticou: “O impacto negativo [das últimas medidas adotadas pelo ministro André Mendonça] é [negativa] para a democracia, para o país que está às beiras de um processo eleitoral. Sobretudo porque esse escândalo financeiro do Banco Master tem cara, tem corpo, tem fisionomia e não tem nada a ver com o governo”.


Para o ministro, o processo está ocorrendo em “dois pesos e duas medidas”. “Isso não é bom para a democracia, isso compromete a lisura da participação do Poder Judiciário no processo eleitoral. Ao Poder Judiciário cabe fiscalizar, cabe agir para estabelecer a democracia e os parâmetros da institucionalidade democrática no Brasil”, afirmou.

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