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Em meio à crise, Dino devolve para julgamento pauta que destrava royalties do petróleo

Em maio, ministro pediu vista e suspendeu o julgamento; com devolução do texto, caso fica livre para ser apreciado

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro Flávio Dino devolveu o texto sobre a distribuição dos royalties do petróleo, liberando-o para julgamento no STF.
  • A distribuição dos royalties, conforme a lei 12.734/2012, enfrenta resistência de estados produtores como Rio de Janeiro e Espírito Santo.
  • Estados não produtores, apoiados pela CNM, defendem uma divisão mais equilibrada dos royalties.
  • O Rio de Janeiro estima perdas de até R$ 50,7 bilhões entre 2026 e 2032 se a nova regra for aplicada integralmente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Dino pediu vista em maio no processo que trata sobre distribuição de royalties do petróleo Rosinei Coutinho/SCO/STF - 29.02.2024

Em meio à crise no STF, o ministro Flávio Dino devolveu para julgamento do plenário da Corte o processo que trata da distribuição dos royalties do petróleo. Em maio, durante o julgamento, Dino pediu vista e suspendeu o julgamento. O processo ainda não foi pautado.

A distribuição de royalties do petróleo entre todos os estados e municípios do país, conforme lei 12.734/2012, é um impasse na Justiça. Suspensa há mais de uma década, a regra sofre forte resistência do Rio de Janeiro e do Espírito Santo devido ao impacto bilionário em seus orçamentos.


A regra atual, aprovada há mais de uma década, nunca foi plenamente aplicada devido à disputa judicial. De um lado, estados não produtores, apoiados pela CNM (Confederação Nacional de Municípios), defendem uma divisão mais equilibrada, com maior alcance nacional.

De outro, estados produtores alertam para o impacto fiscal da mudança. O Rio de Janeiro, por exemplo, estima perdas de até R$ 50,7 bilhões entre 2026 e 2032 caso a nova regra seja implementada integralmente.

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