Direita calcula que Flávio fatura com classificações terroristas, mesmo com riscos
Mudança de classificação pode ter impacto econômico, mas avaliação é de saldo positivo dentro do nicho de eleitores
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Parlamentares do entorno do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro consideram que, independentemente dos riscos, a mudança dos Estados Unidos para classificação de organizações criminosas como terroristas tem um saldo positivo na campanha.
A perspectiva é de que a análise ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) repercuta positivamente entre os eleitores da direita. Pesquisas internas solicitadas pelo PL apontam que a maior preocupação dos eleitores desse grupo é a segurança pública: o tema é apontado como prioridade por mais de 70% dos eleitores.
A pauta da segurança também ganha destaque entre eleitores de esquerda, segundo análise da legenda. A área consta entre os cinco temas mais caros, mesmo entre quem rejeita Flávio Bolsonaro. O interesse é ainda atribuído pelo entorno do senador como a busca do governo pela PEC da Segurança.
O cenário tem colocado em segundo plano todos os riscos negativos da pauta. Como mostrou o R7 Planalto, o Itamaraty considera que a mudança na classificação terrorista pode interferir em investigações brasileiras ou provocar interferência a pessoas comuns. O caminho recomendado seria combate ao crime por cooperação, em vez da associação terrorista.
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