O que o governo vê como ‘pontos de risco’ com a classificação do PCC e CV como terroristas
Decisão dos EUA não contribui para o combate ao crime e pode dificultar rastreio de trilhas financeiras, segundo Itamaraty
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Impacto na atuação de policiais e interferência na troca de informações, como a fiscalização de trilhas financeiras, são alguns dos pontos de risco considerados pelo governo com a mudança na classificação do PCC e CV como organizações terroristas.
A decisão anunciada pelos Estados Unidos pode prejudicar a troca de informações e a cooperação policial dos dois países, de acordo com análise do Itamaraty.
A perspectiva foi indicada pelo ministro Mauro Vieira, que chefia as Relações Exteriores, em ofício enviado à Câmara dos Deputados. O documento também considera que, para uma resposta efetiva para o combate ao crime, seria necessária uma troca acelerada de informações entre autoridades. O caminho é considerado por vias de cooperação, em vez da associação como terrorista.
Leia Mais
“Para que haja efetivo combate ao crime organizado transnacional, é necessário haver meios para a troca rápida de informações de inteligência entre as autoridades, fluidez na cooperação jurídica em matéria penal e capacidade de seguir a trilha financeira para chegar aos escalões mais altos das redes criminosas. A designação como terroristas não auxiliará o Brasil nisso. Ao contrário, poderá dificultar o recebimento de informações pelas autoridades brasileiras”, diz trecho do ofício.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp













