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O que o governo vê como ‘pontos de risco’ com a classificação do PCC e CV como terroristas

Decisão dos EUA não contribui para o combate ao crime e pode dificultar rastreio de trilhas financeiras, segundo Itamaraty

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo brasileiro vê riscos na classificação do PCC e CV como organizações terroristas pelos EUA.
  • A decisão pode prejudicar a troca de informações e a cooperação policial entre Brasil e EUA.
  • O Itamaraty sugere que a troca rápida de informações é essencial para combater o crime organizado.
  • A designação como terroristas pode dificultar o rastreamento de trilhas financeiras e a cooperação jurídica.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Governo Lula considera que mudança dos EUA ligada a facções coloca atuação do Brasil em risco Marcelo Camargo/Agência Brasil - 04.03.2026

Impacto na atuação de policiais e interferência na troca de informações, como a fiscalização de trilhas financeiras, são alguns dos pontos de risco considerados pelo governo com a mudança na classificação do PCC e CV como organizações terroristas.

A decisão anunciada pelos Estados Unidos pode prejudicar a troca de informações e a cooperação policial dos dois países, de acordo com análise do Itamaraty.


A perspectiva foi indicada pelo ministro Mauro Vieira, que chefia as Relações Exteriores, em ofício enviado à Câmara dos Deputados. O documento também considera que, para uma resposta efetiva para o combate ao crime, seria necessária uma troca acelerada de informações entre autoridades. O caminho é considerado por vias de cooperação, em vez da associação como terrorista.

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“Para que haja efetivo combate ao crime organizado transnacional, é necessário haver meios para a troca rápida de informações de inteligência entre as autoridades, fluidez na cooperação jurídica em matéria penal e capacidade de seguir a trilha financeira para chegar aos escalões mais altos das redes criminosas. A designação como terroristas não auxiliará o Brasil nisso. Ao contrário, poderá dificultar o recebimento de informações pelas autoridades brasileiras”, diz trecho do ofício.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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